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Woman Stretching at Sunset

Alongamento pré-treino.

Woman Stretching at Sunset

O alongamento pré-treino é tão importante quanto ao alongamento pós-treino. Há quem defenda a ideia de que alongar antes dos treinamentos de corrida ou qualquer outro esporte pode prejudicar no desempenho do músculo e até mesmo aumentar as chances de se lesionar por causa do excesso de carga nas fibras musculares.

Existe livros e artigos que defendem os dois lados, mas vou fugir do que é científico e me posicionar como corredor de longas distâncias. Correr durante 2 horas, seja em treino ou prova, é uma carga muito pesada para os músculos, principalmente quando eles não estão condicionados a tal esforço.

Por experiência própria posso afirmar que devemos fazer sim os alongamentos antes e depois, mas há uma regra que aprendi com um amigo de trabalho o tempo certo de se fazer os alongamentos. Como o tema é o alongamento pré, é só seguir uma regra simples e o seu corpo estará preparado para alongar e correr posteriormente.

FAÇA UM BREVE AQUECIMENTO ANTES DO ALONGAMENTO PRÉ-TREINO. Eu sigo esta ordem há mais de dez anos treinando corrida e até agora não tive maiores problemas de alongamento pré-treino.

Passo 1: Aquecimento leve de 1 minuto caminhando ou trotando;

Passo 2: Alongamento pré-treino;

Passo 3: treino;

Passo 4: Volta a calma (caminhada pós corrida para diminuir os batimentos cardíacos);

Passo 5: Alongamento pós-treino.

nikeswoosh

Curiosidades sobre corrida e ciclismo no #Instagram.

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Tenho alguns livros sobre os assuntos com muito conteúdo científico, mas também há muitas curiosidades destrinchadas nos capítulos. Tento sempre repassar algumas curiosidades, mas as vezes o assunto fica longo demais e perco o “fio da meada”.

Para isso temos o Instagram, certo!? O App pioneiro entre pessoas que gostam de ver algo rápido e obter um pouco de conhecimento geral – Isso sempre é bem vindo.

Citar corrida de rua e ciclismo ficou mais fácil para mim e quem segue o meu perfil fica um pouco mais satisfeito também, creio eu!

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Tênis de corrida “vintage” Nike.

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Encontrar tênis de corrida discreto é o maior desafio nas lojas convencionais dos shoppings hoje em dia. Não sou adepto das multicores dos modelos atuais, então é preciso garimpar na net e em lojas especializadas de corrida para encontrar os mais discretos.

O que voltou às lojas foi o Nike Air Max 90 que resgatou os modelos dos anos 90, inclusive a discrição nas cores. Como é um modelo retrô, muitos consumidores compram os modelos como casuais, e na verdade a Nike refez com esse intuito, mas no segmento há aqueles modelos de corrida com o mesmo visual.

Esse modelo acima é um Air Max 90, mas para corrida de rua. Tem a característica do cabedal dos anos 90 com cor discreta, mas a entressola destacando-se com uma cor bastante usada na atualidade. É a junção do passado com o presente.

Muito difícil encontrar aqui no Brasil nas lojas de rua, mas pela internet é possível encontrar.

buzinadecorredor

Japoneses inventam buzina para corredores de rua.

buzinadecorredor

É uma ideia simples, mas muito eficaz. Correr na rua ou no parque nem sempre é tão fácil, isso porque há muitas pessoas no caminho e só quem corre sabe o quanto isso pode atrapalhar.

A buzina é um acessório indispensável na vida do ciclista. Por falta de buzina já “atropelei” um garoto que atravessou repentinamente a ciclovia sem olhar quem vinha. Apesar de estar em alta velocidade com minha bike, felizmente consegui frear no “susto” e evitei maiores danos. Mas nesse caso se eu tivesse uma buzina eu conseguiria alerta-lo, mesmo tendo gritado antes.

Não é diferente com o corredor de rua. Assim como há pedestres desatentos, há também ciclistas desatentos. Há menos de 15 dias enquanto eu corria no Ibirapuera, um ciclista (sem capacete ou qualquer sinalização, diga-se de passagem) fez uma conversão errada saindo da ciclovia e avançando na pista de pedestres. Foi quase a mesma situação, eu tive que gritar e desviar a poucos centímetros de distância. Ele não teve o tempo de reação suficiente para evitar o atropelamento, mas por sorte, como eu estava atento às “cagadas” dele, consegui desviar. Não consegui evitar de xinga-lo logo após, algo que não me orgulho de ter feito.

Isso poderia ter causado danos em mim, uma vez que sou professor de Ed. Física e me lesionar prejudica significativamente meu dia-a-dia.

Para essas situações, um casal japonês inventou a buzina para corredores. É a mesma buzina que usamos na bike, como um sino para falar a verdade. A adaptação está na forma como segura-lo, colocando-o entre os dedos como se fosse um anel. O botão de acionamento da buzina/sino está no polegar que com um simples toque já aciona o dispositivo (assim como na bike).

É um gadget simples e sensacional. Poderá evitar pequenas lesões por colisão entre corredores e outros esportistas, ou também alertar os pedestres para abrir caminho e finalizar aquele treino de corrida de tiros no meio da rua.

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“Bug” no aplicativo #Nike+.

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Esse é o print screen do meu perfil no Nike+ que tenho feito algumas atualizações nas últimas semanas. Fiz o pareamento do meu Garmin no aplicativo para participar dos desafios que meus amigos e familiares participam. Isso torna os treinos mais agradáveis quando se tem uma disputa saudável de quem corre mais em um determinado período.

Mas hoje quando entrei no meu aplicativo, depois de quase uma semana sem mexer nele, percebi que a quilometragem foi alterada sem que eu tivesse feito nenhum treino. Na verdade essa foi a segunda vez que isso aconteceu. A quilometragem aumentou e o número de atividades também, de 7 corridas para 11 corridas.

Fiquei desapontado porque o aplicativo tem sido um grande incentivo para mim e para meus amigos, isso porque cada um tem um tipo de dispositivo para treinos. Eu uso o Garmin, meu irmão o TomTom, meus primos o próprio aplicativo e assim por diante.

O Nike+ foi o local onde escolhemos para armazenar nossas corridas e manter o contato direto sobre o assunto. Agora fico desanimado em registrar meus treinos via Nike+ e pretendo voltar a usar o RunKeeper caso queira fazer um desafio entre amigos ou simplesmente registrar no meu Garmin Connect e fazer a atualização do perfil da Nike+ manualmente.

Outros casos:

Meu primo que participa dos mesmos desafios que eu comentou que já teve problemas com o Nike+ e certa vez foi apagado cerca de 5 treinos, totalizando 40k. É bem desanimador para qualquer corredor de rua.

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O corredor deve mesclar treinos diurnos com treinos noturnos.

 

Há alguns anos vinha treinando durante a noite para as corridas. A nossa rotina de atleta amador depende muito do nosso trabalho, então não podemos nos dar o luxo de deixar o trabalho de lado para correr em horário comercial.

Mas existe a possibilidade de correr antes do expediente, então mesclar os treinos noturnos com os treinos diurnos pode ser uma boa combinação para preparar a mente para as corridas. Não há uma diferença climática considerável entre os dois períodos do dia, porém, o visual do mesmo local onde treinamos pode nos trazer uma motivação diferente para cada sessão de treinamento.

Essa mescla também surte efeito no descanso do corpo e na ingestão de alimentos para as sessões, isso porque se treinado de manhã, é necessário acordar mais cedo e se alimentar adequadamente em um período de até 1 hora antes da corrida, mas com o mínimo de 30 minutos de intervalo entre a alimentação e a sessão de treinamento. Isso demandará disciplina do corredor para não “errar na mão” na hora de preparar o café da manhã.

Uma ótima forma de testar a alimentação durante o café da manhã, porque as provas geralmente são na parte da manhã (antes das 8h), então necessita do conhecimento do atleta. Muitas pessoas que treinam durante a noite cometem erros na hora de preparar o café da manhã e isso pode até prejudicar a performance durante a prova.

Para quem treina apenas de manhã, mudar o período de vez em quando torna-se interessante porque você se submeterá aos treinos em um período em que o corpo praticamente trabalhou o dia inteiro, então é um stress a mais para superar. O visual também já mudou significativamente, mudando as paisagens do dia para a noite escura. Isso induzirá o corredor a correr sem distrações externas, então o corredor deverá ter o controle de focar na própria corrida e encontrar um novo estímulo quando ele é privado de paisagens. Interessante autoconhecimento como corredor.

Um próximo passo a considerarmos é treinar em horários extremos, como no sol do meio-dia. Isso se for feito diariamente pode ser prejudicial à saúde, mas se dosado adequadamente e colocado na planilha de treinamento para preparação de provas extremas, como a Meia Maratona Internacional do Rio em que corre-se debaixo do sol de 40 graus, é totalmente aceitável para o corredor ter conhecimento das adversidades climáticas que cada corrida proporciona.

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As 6 maiores maratonas do mundo.

Existe no mundo 6 grandes maratonas: Tóquio, Londres, Boston, Berlim, Chicago e Nova York. Essas 6 maratonas estão na restrita lista World Marathons Majors.

Já havia feito 6 posts diferentes sobre cada uma delas (antigo blog), mas desta vez, para fazer um remake do assunto decidi coloca-las todas juntas. Veja um pouco de cada abaixo:

maratonadetoquio

Disputada no começo do ano (Fevereiro), a maratona de Tóquio passou a integrar o grupo de maratonas da World Marathon Majors em 2013.

A maratona de Tóquio era dividida entre homens e mulheres, tendo assim uma edição para cada gênero. A partir de 2007 a maratona passou a ser mista e desde então está entre as 6 maiores do mundo.

maratonadelondres

A maratona de Londres é disputada em Abril e é considerado um grande evento esportivo no mundo. Sua transmissão Ao Vivo é acompanhada por milhões de pessoas, tornando-a uma maratona requisitada pelos patrocinadores.

Organizada pela primeira vez em 1981, tornou-se gigantesca e seus milhões de libras é convertido às instituições de caridade do país. É citada no Guinness Book Of Records como o maior evento de caridade do mundo (teve cerca de 47,2 milhões de libras arrecadados apenas em uma única edição – 2009).

maratonadeboston

A mais conhecida e tradicional prova de longa distância do mundo. Ela foi fundada em 1897 e só não é mais antiga que a maratona olímpica de Atenas, disputada em 1896.

Só por essa constatação acima já dá para entender porque a prova é tão almejada pelos maratonistas do mundo. A prova é disputada na segunda quinzena de Abril.

Foi em Boston que houve o atentado terrorista em 2013 no final da prova deixando 3 mortos e centenas de feridos (entre os mortos havia uma criança de 8 anos). Infelizmente um fato triste que manchou a história desse grande evento.

maratonadeberlim

Criada em 1974 por um grupo de atletas do clube SC Charlottemburg, sua primeira edição foi disputada por apenas 286 atletas, com um percurso quase integralmente dentro da floresta de Grunewald, uma área em volta de Berlim Ocidental. Hoje, depois de ganhar as ruas da cidade e do fim da divisão de Berlim, ela é uma maratona muito rápida e de alto nível atlético, por ser disputada sob condições climáticas adequadas e num percurso plano, sem grandes elevações.

A prova tem largada no Portão de Bramderburgo. Só por esse fato já dá pra perceber o porque tantos maratonistas almejam correr na cidade de Berlim. Visual fantástico composto por muito verde em toda prova. A prova é disputada em Setembro.

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A maratona de Chicago foi criada logo após a maratona de Boston. Sua primeira edição foi em 1905 e teve uma única pausa em 1987 por falta de patrocínio.

É realizada em Setembro e assim como a maratona de Berlim, o clima favorável ajuda a ser uma prova rápida. Desde 1977 integra o grupo das maratonas do World Marathon Majors.

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E para fechar o calendário anual de maratonas, nada mais nada menos a maratona de Nova York. Foi fundada em 1970 e o percurso passa pelos 5 bairros de Nova York. Ela é realizada no primeiro domingo de Outubro.

O percurso começa na Staten Island, passa pela ponte Verrazano-Narrows (foto) e chega a Brooklyn, onde depois percorre os bairros da cidade.

A prova tem cerca de 50.000 participantes anualmente, com fila de espera. Em 2012 foi cancelada por causa do furacão Sandy e os inscritos na prova daquela edição foram automaticamente transferidos para o ano seguinte.

Uma bela prova para fechar o ano.


Essas informações retirei basicamente do site oficial das maratonas (link no primeiro parágrafo) e do Wikipédia. A ordem das provas no post segue a ordem no calendário anual de corridas. Se programado direitinho, dá até para fazer mais de 2 maratonas no ano, dependendo da disposição física e financeira do corredor.

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Visita ao escritório da #Skechers em São Paulo.

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Ontem fui visitar o escritório da Skechers aqui em São Paulo, na Vila Olímpia. O Raphael Dagaz me recebeu para um bate-papo sobre os modelos da Skechers de corrida e também os modelos infantis que estão nas lojas em 2016.

O escritório é sensacional, com um “show room” de dar inveja em qualquer concorrente e deixar nós corredores impressionados com a diversidade de modelos. Eu não sabia, mas a Skechers é líder de vendas de calçados casuais e infantis, e está cada vez mais forte no ramo de corrida de rua.

Logo de cara é possível ver todos os modelos da Skechers que serão produzidos em 2017, como se fosse uma viagem a um futuro próximo nas prateleiras das principais lojas de calçados do Brasil. Já me interessei de cara por um modelo para trilhas que em breve postarei aqui no blog.

Me tornei fã por definitivo da marca e de suas estratégias para ganhar cada vez mais mercado no Brasil. A excelente tecnologia de seus produtos alavancam suas vendas na região Sul do país e, aos poucos cai no gosto dos corredores do resto do Brasil.

Um modelo que me chamou muita atenção pela tecnologia e pela beleza é o Skechers Ultra Road que foi lançado agora no início do 1° semestre de 2016 (foto acima). É um tênis com um “*drop” mais alto daqueles que tenho usado ultimamente, mas que tenho interesse de usá-lo em breve nos meus treinos e nas provas desse ano no asfalto.

O Raphael me disse que uma característica da Skechers nos tênis de corrida é o solado com foco no médio-pé, ou seja, ao invés de ter um amortecimento maior na região do calcâneo, a Skechers valoriza o “meio” da sola para impulsionar o corredor para frente (com postura um pouco mais inclinada para frente, fazendo com que o retorno de energia da sola e entressola dê uma maior impulsão para o corredor).

Uma ótima experiência ter visitado o escritório e me informar sobre sua filosofia e tecnologia. Acompanharei periodicamente os lançamentos da Skechers e buscarei todas as informações técnicas de seus modelos para comentar aqui no blog e tirar o máximo de dúvidas dos corredores que acessam o site.

Obs.: Tirei essa foto da recepção do escritório, mas em breve, se possível, estarei de volta no escritório e tirarei fotos do “show room” com a “infinidade” de tênis.

*Drop é o nome dado à altura da sola, ou seja, quanto menor o drop, mais próximo ao chão o tênis será.