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Haka Race 2017: 1ª Etapa – Ubatuba/SP (17/Mar).

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Semana passada fui convidado para participar de mais um Haka Race. Desta vez será em Ubatuba, litoral norte de São Paulo.

Como muitos sabem, sou aficionado por corrida de aventura, e participar desses eventos, seja como atleta ou como staff, sempre é um prazer imenso.

Chegaremos lá em Ubatuba na sexta-feira no final da tarde para preparar a recepção dos atletas. Entregaremos os números das equipes e esclareceremos dúvidas sobre a cidade e a prova do dia seguinte.

Vou levar comigo minhas câmeras para registrar todos os momentos dos participantes. Tenho certeza que em algum momento estarei sentindo vontade de subir na bike e pedalar por toda a prova, mas deixo para outras etapas que vierem nesse ano ou no ano que vem.

Mas que sempre estarei entre os guerreiros do Haka Race, isso é um fato!

speedforce

5 acessórios inovadores para bikes.

A tecnologia nas bikes evolue rápido, mas não tão rápido quanto a tecnologias dos acessórios que colocamos nas bikes.

A evolução do celular provocou a utilização de Apps para modernizar as bicicletas. Hoje em dia andamos com o GPS para guiar nossas pedaladas e as lâmpadas são de LED.

Com a ascensão da bike no mundo, as empresas se preocupam cada vez mais em modernizar a bicicleta e seus acessórios para ganhar novos adeptos.

Esses são cinco acessórios que farão você ter uma bike, caso ainda não tenha.

www.lumberjac.com

Pneu de bike maciço Tannus Tires.

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Postei no Instagram há uns dias atrás sobre o pneu de bike maciço da fabricante coreana Tannus Tires. Quem nunca pensou em ter um pneu maciço quando estava trocando a câmara? Todos nós pensamos, mas poucos sabem que na origem da bike no mundo os primeiros pneus eram maciços.

Com a evolução da bicicleta, os ciclistas perceberam que o pneu da bike era pesado demais, além, lógico, dos “primatas” componentes da bicicleta como um todo que a tornava um container de tão pesado que era.

O pneu é uma evolução da bike sim, introduzindo a câmara de ar dentro do pneu “oco” para deixar a bike consideravelmente leve, e por décadas as câmaras se mantém como principal componente dos pneus de bike.

A Tannus procurou o futuro dos pneus de bike olhando para o passado. O projeto maciço do pneu tem o mesmo conceito, mas com nova tecnologia. Esse modelo acima (foto) é destinado para uso urbano, sem câmara de ar e nem líquidos selantes.

O pneu é composto por um polímero especial denominado Aither. O fabricante garante que o pneu rode até 15 mil quilômetros. Isso facilita bastante para nós ciclistas urbanos que utilizamos a bike como locomoção diária indo de casa para o trabalho.

Vai evitar atrasos e mãos sujas.

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Os clássicos acessórios para bikes da “Brooks England”.

brooks

 

Os amantes de bikes clássicas só querem saber de uma marca: Brooks. Um dia montarei a minha bike clássica, peça por peça, escolhendo os modelos e cores sem pressa, como se fosse fazer uma obra de arte – bem devagar.

A Brooks é para ciclistas que gostam de estilo, mais ainda do que a funcionalidade. É uma empresa que está no mercado desde 1866, ou seja, tradicional.

O interessante da marca é que o foco está no selim, nas mochilas, alforges e jaquetas. O legal da empresa é que manteve o estilo clássico do couro até hoje em seus produtos, então montar uma bike com seus componentes tornará sua bike muito estilosa.

Dá uma olhada no site deles e veja os produtos. Sensacional!

anna_van_der_breggen

Acidente marcou a disputa no ciclismo de estrada feminino.

anna_van_der_breggen

Na disputa pelo ouro no ciclismo de estrada feminino o que mais chamou atenção não foi a disputa em si, mas uma queda feia da ciclista holandesa Annemiek van Vleuten que tirou os holofotes dos sprints finais das provas de ciclismo.

Na descida da Vista Chinesa a holandesa liderava a prova (bem à frente da segunda colocada naquele momento, a americana Mara Abbott) quando em uma curva a ciclista perdeu o controle da bike e teve uma queda feia batendo a cabeça e as costas violentamente no asfalto. Pelos vídeos que vinculam na internet (Clique e veja o vídeo) dá para perceber que no momento da queda a holandesa já fica desacordada no canteiro da estrada.

As demais ciclistas passaram e relataram ter ficado chocadas com a cena ao ver Annemiek desmaiada. Essa queda foi determinante para o resultado final que teve como vencedora a compatriota Anna van der Breggen.

ciclismo_de_estrada_olimpiadas

Ciclismo de estrada nas Olimpíadas do Rio teve quedas e sprint final emocionante.

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Ontem (06/08) no primeiro dia dos Jogos Olímpicos do Rio teve o ciclismo de estrada (já valendo medalha). O belga Greg Van Avermaet ganhou a medalha de ouro após final emocionante com chegada na praia de Copacabana.

Após 6 horas de prova os ciclistas olímpicos pedalaram pelas ruas e serras da cidade do Rio de Janeiro, mostrando todas as belezas naturais da cidade. Enquanto assistia à disputa da medalha senti um clima nostálgico quando vi as ruas por onde fizemos as provas de meia-maratona e maratona.

É muito legal poder ver uma prova como esta em nosso país, quando o que estamos acostumado a ver são os Giro d’ Itália e Tour de France. Geralmente a paisagem é um campo de grama ao redor de um castelo nesses países, mas onde pudemos ver os ciclistas subindo as serras dentro da cidade do Rio, com muitas curvas sinuosas e finalizando nas praias do Leblon, Ipanema e Copacabana.

A galera lotou as ruas para torcer pela passagem dos ciclistas e enquanto eu assistia pela tv pude sentir a vibração do brasileiro dando apoio aos atletas. Realmente emocionante.

Terminou com um sprint nos últimos 300 metros entre os 3 primeiros colocados. Foi sensacional!

Que tenhamos mais provas emocionantes como foi o ciclismo de estrada nessas Olimpíadas.

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O esteriótipo do ciclista de bike fixa.

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Muitos ciclistas surgem diariamente e um esteriótipo que cresce entre os ciclistas é o hipster. Essa é uma condição quase que exclusiva de quem usa bikes fixas (bikes sem câmbio com uma única catraca e coroa).

Esse estilo é comum nos EUA e Europa, e com a ascensão das bikes nas grandes cidades do Brasil, as pessoas que são mais chegadas ao estilo não-ciclista forma seu próprio estilo até mesmo na hora do pedal. Geralmente não usam a bike para treinos e sim como meio de transporte.

Essa ilustração que achei no Pinterest define bem o que é o ciclista hipster. Algumas das características são marcantes como bonés estilo trucker, tatuagens vintage, bigode francês ou barba grande, tênis Vans ou Converse e calça ou bermuda jeans.

A bike é um estilo a parte. Normalmente é uma bike com cor neutra no quadro e detalhes prateados ou dourados. Isso torna a bike estilosa sem que chame a atenção pelas cores fortes, mas sim pelo estilo clássico e de bom gosto de ciclista.

E você, se considera um ciclista hipster?

GeoOrbital-electric-wheel-for-bike-3

#GeoOrbital é uma roda de bike elétrica que pode ser instalada em qualquer bike.

GeoOrbital-electric-wheel-for-bike-3

Esse projeto é sensacional! Chegamos ao futuro dos meios de transporte não-poluentes sem gasto de combustível, apenas recarga elétrica e o investimento do produto que gira em torno de R$ 3.000.

Essa é a roda de bike chamada GeoOrbital e o projeto está no Kickstarter. Isso significa que se o projeto atingir o valor 75,000 dólares o projeto deixa de ser um projeto e se torna realidade. No site da Kickstarter há um link que é possível fazer investimentos para que o GeoOrbital vá para o mercado e assim, ganhar o mundo.

A GeoOrbital é de Cambridge, Boston, Massachusetts, EUA. 

A roda estava em processo de aperfeiçoamento desde Novembro de 2014 e o seu projeto final chegou em Março deste ano (veja a evolução na imagem abaixo):

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As bikes elétricas é uma realidade na luta para driblar os problemas de tráfego no mundo, então o mercado de eBikes cresce consideravelmente. Comprar uma bicicleta no Brasil hoje em dia é bastante caro, isso se levarmos em consideração uma bike para 10 anos de utilização. Então ter uma bicicleta convencional e ter uma bicicleta elétrica é uma realidade mais longe ainda. Esse projeto mostra que as evoluções tecnológicas chegaram ao ponto de termos duas bikes em uma apenas.

O investimento é alto, mas o interessante desse projeto é que é o início de uma nova era de investimentos ciclísticos no mundo. Hoje é caro, mas os investidores no mundo abrirão seus olhos (se já não abriram enquanto escrevo esse post) e farão investimentos altos para essa tecnologia chegar às grandes massas no mundo. É um passo a frente na busca constante de soluções de mobilidade urbana.

O projeto logo será realidade na internet e sua comercialização será sucesso nos principais sites de e-commerce. Para esse sucesso atingir valores menores de comercialização, a concorrência será fundamental para aumentar o leque de opções e consequentemente otimizar a produção em valores e mão-de-obra. A tecnologia melhorará e a acessibilidade aumentará.

Agora será possível o ciclista obter uma bike elétrica e fugir das dificuldades que encontramos enquanto nos locomovemos para o trabalho ou por simples lazer.

Tecnicamente falando, a roda foi produzida para bikes de 26 polegadas ou 700c*. Ela tem a mesma tecnologia de armazenamento de energia quando pedalada a bike e quando usamos o freio. Tudo aquilo que sabemos de uma bike elétrica, mas restrita à uma roda apenas.

Veja o vídeo e conheça todas as vantagens da GeoOrbital:

*700c siginifica roda com 700 milímetros de largura, ou seja, não se trata do diâmetro da roda, mas sim a largura dela.

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Treino multidisciplinar: Passear de bike pode complementar os treinos de corrida da semana.

 

Para quem planeja correr mais de 10k na próxima prova, existe um tipo de treinamento que se chama “multidisciplinar”. Ele consiste em toda prática de atividade física que envolva estímulos cardiorrespiratório, força, flexibilidade, etc. Ou seja, é o treinamento complementar daquele que é praticado com maior frequência.

Se corremos 4 vezes por semana e temos mais um dia para praticar esportes, devemos estimular o corpo com práticas distintas, mas que vá de encontro com os benefícios da corrida. Um simples passeio de bicicleta no final de semana a tarde pode ser um ótimo treino multidisciplinar para compor uma semana de treinos. Não é necessário impor um ritmo forte, apenas andar e ativar a circulação sanguínea para retirar do organismo o ácido lático que se acumulou nos músculos após uma sessão de corrida intensa.

Outras formas de complementos é realizar treinos de força como fazemos na sala de musculação, além de treinamentos de flexibilidade que podem ser realizados nas aulas de Pilates ou Yoga. Tudo é válido quando os treinos complementares não conflitem com as futuras sessões de treinamentos e do que se espera para a performance seguinte.

Agora com duas provas no meu calendário de 2016, uma corrida de aventura do Haka Race em Botucatu/SP e uma meio maratona em São Paulo, os passeios de bike com a minha mulher nas ciclovias da Vila Mariana e Av. Paulista são de muito ajuda para os treinos puxados de segunda, quarta e sexta. Dá pra sentir que o corpo rende mais quando existe esse descanso ativo, como costumamos dizer na Educação Física.

Não deixe de praticar atividades físicas leve pensando que isso prejudicará seu rendimento nas corridas.

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Motorhomes e bikes.

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No Pinterest é possível encontrar fotos como essa que inspiram nós esportistas que gostamos de aventura. Uma das coisas que americanos e europeus fazem e nos causa inveja é ter o motorhome com finalidade de viajar e praticar esportes – Constroem ou compram e customizam com toda sua estrutura de ciclista e/ou esportista outside.

Ter um motorhome aqui no Brasil é algo utópico, isso devido à violência urbana das grandes cidades e, pelo simples fato de tudo ser mais caro por causa dos impostos – preço dobrado ou até triplicado. Geralmente os esportistas brasileiros que tem um poder aquisitivo maior ao invés de comprar um motorhome, supri sua necessidade alugando um motorhome nos EUA para fazer uma viagem rodando as principais highways e aproveitando para fazer cicloturismo no país.

Para isso só é preciso levar sua bike até os EUA, ou melhor, montar uma bike nova com os preços invejáveis quase-isentos de impostos. Ou seja, é possível programar viagens ao redor do mundo alugando motorhome e andando com sua própria bike.

O evento mais conhecido nesses moldes é o Race Across America (RAAM), que os ciclistas cruzam os EUA da costa oeste para a costa leste. Isso mesmo, praticamente passar por todos os estados dos EUA andando de bike, e o pior que tudo isso no curto prazo de 1 semana. É um dos eventos mais respeitados no mundo de ultra-endurance. Lá os ciclistas vão com sua equipe (Staff) estruturados de motorhomes para dar toda a assessoria que o atleta precisa por todo o percurso.

Algo para se sonhar em um dia fazer.