Monthly Archives: abril 2017

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Aplicativo Bilingual Physical Education – #BilingualPE

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Boa tarde à todos! O projeto que eu tinha em mente no decorrer dos anos de escola bilíngue saiu do papel e está tomando forma.

Resolvi fazer uma página na Facebook há uns 2 meses atrás sobre o assunto EF Bilíngue e trazer para os professores de EF de São Paulo e do Brasil um pouco da cultura esportiva de fora. Essa ideia foi bem vista por coordenadores e donos de escolas, então me deu mais força para seguir em frente e investir um pouco mais nesse ramo.

Fiz um APP privado para que nós professores possamos criar essa comunidade restrita de professores de EF em escolas bilíngues e compartilhar nossas experiências do dia-a-dia.

Acabei de criar um login via Facebook através do Developers e também um chat que você poderá conversar diretamente do APP, ou seja, você acessa o APP e clica no ícone “Chat”, a mensagem que você mandar via “Chat” será enviada para um aplicativo no meu celular como mensagens instantânea. Alí nos poderemos discutir sobre assuntos profissionais e deixar o WhatsApp apenas para assuntos pessoais.

Além do “Chat”, existe o mural para que possamos compartilhar uma mensagem publicamente todos os usuários do APP. Essas informações serão relevantes quando quisermos discutir sobre vagas de emprego nas escolas, workshops, cursos, entre outras tantas curiosidades.

Agora que estruturei o APP, vem a parte de alimentar o APP com o máximo de informações e tornar o conteúdo atraente para visitas diárias.

Um ponto importante, talvez o mais importante deles, é que o APP é restrito. Isso mesmo, há possibilidade de fazer o login com senha do Facebook ou fazer o login com um cadastro simples de email e nome de usuário, porém, o acesso ao APP necessita da minha aprovação. Isso nos protege de pessoas mal-intencionadas e protegendo o conteúdo que for colocado no APP. Vale lembrar que não colocarei nenhuma imagem ou vídeo de crianças das escolas onde trabalho, isso porque existe contrato de restrição de imagem, então farei o possível para reproduzir com ilustrações as atividades que faço e que dão certo.

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Esse é o ícone do APP

O link ficará anexado na página da Bilingual PE. Acesse e faça o download para usufruir.

Nos vemos em breve!

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#Skechers para Educação Física.

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Há alguns posts eu mostrei um exemplo de calçado não-adequado para as práticas esportivas na escola. Agora é hora de mostrar um ótimo exemplo para as aulas de Educação Física e demais atividades dentro da escola.

A Skechers é marca líder no seguimento calçados infantis no mundo, e suas pesquisas melhoram cada vez mais os produtos direcionados para as crianças.

Um aluno meu apareceu na escola com esse modelo, então tirei uma foto para apontar as características que chamam atenção no calçado.

Cabedal adequado (parte superior do calçado) com ótima ventilação dos pés. Ante-pé flexível possibilitando a livre movimentação de flexão e extensão dos pés. Cadarço de elástico com velcro. Autonomia para tirar e colocar o tênis sozinha, sem perder a firmeza do tênis nos pés.

Há o arco na sola que se encaixa na anatomia do pé da criança, causando maior conforto e firmeza nas passadas, evitando assim entorses de tornozelo.

Ainda há um reforço na parte do protetor de calcanhar e no contraforte, dando estabilidade para o tornozelo.

Ótima sugestão para as aulas de Educação Física e dia-a-dia na escola.

Saiba mais sobre o assunto na aba For Kids.

 

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O esportista minimalista.

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Essa semana eu assisti à um documentário no Netflix que me fez refletir muito sobre as coisas que temos (matéria) e qual a importância que damos a elas.

Contextualizando o assunto, vale lembrar que a minha mulher me chama de “outdoor person”. Ela aprendeu esse termo com uma professora de inglês e essa professora disse que pessoas que gostam de atividades ao ar livre, em demasia, são caracterizadas como “outdoor person” ou que são classificadas como “outdoor type”.

Ser classificado como “outdoor type” é saber conviver com momentos de desconforto. É se arriscar em provas que te desafiam fisicamente, e principalmente, mentalmente. Encarar um desafio na natureza é ter uma disciplina para treinar o corpo e a mente e passar “perrengue”.

Sendo uma pessoa do tipo “outdoor type” é saber escolher, de forma funcional, os materiais necessários para que possamos sobreviver em condições adversas. Aprendi com uma tutora de corrida de aventura que a estratégia de levar as ferramentas ideais e dosar as rações de comida é a chave para uma bem-sucedida aventura no “desconhecido” (Desconhecido esse que não pode ser tão desconhecido. É preciso saber navegar e lidar com os imprevistos).

A parte do minimalista entra quando o esportista compreende que volume atrapalha. O importante é qualidade, não quantidade. Encher uma mochila com vários itens será um peso a mais, quando na verdade pode-se retirar mais da metade do volume de uma mochila para enfrentar um desafio na natureza.

Sou do tipo que estou em transição na vida pessoal. Fui um cara consumista ao extremo e venho aprendendo ao longo dos anos que quantidade não é qualidade. O documentário mostra exatamente isso, mas não do âmbito esportivo. Mostra do âmbito casual, do dia-a-dia. Para que tantos sapatos se quando precisamos na verdade são dois ou três pares? Quinze jaquetas no armário para usar em um país tropical? Podemos tirar mais da metade deles, não?!

O documentário é bem específico em sua filosofia: “não somos hispters, somos minimalistas”. Compraremos sim um iPhone, porém, não trocaremos ele em menos de um ano só porque o mundo impõe isso à nós consumidores natos.

Viver no estilo de vida “outside” é entender na prática o que o documentário quer transmitir para a grande massa de consumistas. Não devemos levar o guarda roupas inteiro, mas temos que escolher o essencial dele para levar conosco fora de casa.

Em um dos relatos, uma minimalista fala: “tenho 5 vestidos e 2 calças, e gosto de todos eles. Essa é a qualidade de vida”. Enfrentar desafios na natureza nos desperta a importância de ter apenas o que realmente precisamos para viver. Esse foi o “link” que encontrei para mostrar que o esportista de aventura só necessita daquilo que ele vai usar em sua trajetória, e consequentemente, trará para o dia-a-dia.

Essa foto que eu peguei é a explicação básica do que é ser minimalista. Uma bike de expedição carregando utensílios funcionais para o dia-a-dia de um ciclista em aventura. Ser um aventureiro não é apenas pedalar, correr, suar, se machucar e ver as paisagens deslumbrantes que a natureza proporciona, mas também é saber administrar seus pertences e começar a dar o real valor que elas merecem.

Estou aprendendo com isso sendo um aventureiro.