Monthly Archives: março 2017

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Haka Race – Etapa Ubatuba

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No dia 18/Mar aconteceu a etapa do Haka Race em Ubatuba/SP. Foi a primeira etapa do ano, e fui trabalhar no staff da prova. Pela primeira vez fiz parte da equipe organizadora do evento, então pude ver a prova da perspectiva de quem dá suporte aos atletas.

Foi uma experiência diferente, mas como atleta de corrida de aventura, não foi muito legal ver o pessoal correndo e eu ter que ficar parado vendo. Reconheço que fiquei um pouco frustrado por não poder fazer as estratégias de corrida, andar de bike nas trilhas e remar os caiaques. O esporte está na veia, então não fazê-lo é frustrante de fato.

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Da parte da montagem da prova não vi muita coisa diferente. Basicamente carregar muito peso para levantar barracas, pódio, caiaques, bikes, etc. O trabalho pesado que qualquer recreacionista já tenha feita na vida, algo que fiz bastante no início de carreira.

O legal de estar por dentro da organização foi ver a logística da equipe para fazer a prova dar certo. Acompanhei os contatos entre os postos de controle pelo walk-talk. Basicamente é uma prova em que muitas coisas acontecem ao mesmo tempo, então há vários postos de controle preparados para os imprevistos. Uma bela organização e gestão do Léo, dono da Haka Race.

A festa é completa quando chega o término da prova e entrega de medalhas. Dá para perceber que o Haka Race é um prova diferenciada, elitizada. Posso afirmar que o Haka é uma família para os atletas, mais do que é uma família entre os funcionários. Os atletas estão lá e se conhecem de longa data. Reconheci várias pessoas que corri junto e lá estavam em mais uma etapa. O mais legal da prova é que não é apreciada pela grande massa de atletas, mas por um grupo médio que é fiel aos desafios que o Haka proporciona.

Sou fã da prova e da gestão do Léo, mas percebi que o meu lugar é na trilha, pedalando, correndo e remando. Tô com o Haka, mas não como funcionário e sim como atleta.

Nos próximos estarei passando pelos postos de controle cumprimentando todos do staff e perguntando: “Qual é o próximo posto???” rs.

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Psicomotricidade – Unidade #Neurociências – #BilingualPhysicalEducation

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No curso de Pós-Graduação em Psicomotricidade (Unifai) há um módulo chamado Neurociências em que o conteúdo é focado na anatomia do cérebro e em suas funções.

Ao estudar sobre o assunto e precisar desenvolver um trabalho sobre o tema “Tônus Muscular e Educação Física Infantil”, aprendi que o cerebelo é responsável pela coordenação das atividades dos músculos esqueléticos.

Decidi compartilhar o assunto porque tenho refletido sobre o tema e gostaria de sugestões sobre o assunto com referências bibliográficas e artigos científicos.

Função (resumo da referência):

“…O cerebelo recebe impulsos sensitivos de articulações, músculos, tendões, olhos, órgãos de equilíbrio, sendo assim responsável pelos reflexos e pelos movimentos, atuando também no tônus muscular…”

Recentes pesquisas demonstraram que o cerebelo pode ter funções em diversas outras atividades, como memória de curta duração, emoções, atenção, controle de atos impulsivos, etc.

Fontes:
Spencer, Alexander P. Anatomia Humana básica. – São Paulo: Manole, 1991.
Gray´s Anatomy. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1979

Creio que começar a estudar sobre Neurociências me ajudará a entender diversas questões com as quais professores de Educação Física se deparam no dia-a-dia com crianças.

Veja esse e outros links na aba Educação Física Bilíngue.

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Haka Race 2017: 1ª Etapa – Ubatuba/SP (17/Mar).

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Semana passada fui convidado para participar de mais um Haka Race. Desta vez será em Ubatuba, litoral norte de São Paulo.

Como muitos sabem, sou aficionado por corrida de aventura, e participar desses eventos, seja como atleta ou como staff, sempre é um prazer imenso.

Chegaremos lá em Ubatuba na sexta-feira no final da tarde para preparar a recepção dos atletas. Entregaremos os números das equipes e esclareceremos dúvidas sobre a cidade e a prova do dia seguinte.

Vou levar comigo minhas câmeras para registrar todos os momentos dos participantes. Tenho certeza que em algum momento estarei sentindo vontade de subir na bike e pedalar por toda a prova, mas deixo para outras etapas que vierem nesse ano ou no ano que vem.

Mas que sempre estarei entre os guerreiros do Haka Race, isso é um fato!