Monthly Archives: maio 2016

hipster

O esteriótipo do ciclista de bike fixa.

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Muitos ciclistas surgem diariamente e um esteriótipo que cresce entre os ciclistas é o hipster. Essa é uma condição quase que exclusiva de quem usa bikes fixas (bikes sem câmbio com uma única catraca e coroa).

Esse estilo é comum nos EUA e Europa, e com a ascensão das bikes nas grandes cidades do Brasil, as pessoas que são mais chegadas ao estilo não-ciclista forma seu próprio estilo até mesmo na hora do pedal. Geralmente não usam a bike para treinos e sim como meio de transporte.

Essa ilustração que achei no Pinterest define bem o que é o ciclista hipster. Algumas das características são marcantes como bonés estilo trucker, tatuagens vintage, bigode francês ou barba grande, tênis Vans ou Converse e calça ou bermuda jeans.

A bike é um estilo a parte. Normalmente é uma bike com cor neutra no quadro e detalhes prateados ou dourados. Isso torna a bike estilosa sem que chame a atenção pelas cores fortes, mas sim pelo estilo clássico e de bom gosto de ciclista.

E você, se considera um ciclista hipster?

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Adidas com tecnologia #EcoOrtholite para crianças.

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Mais um tênis que me chamou a atenção na escola. Esse Adidas tem a tecnologia chamada Eco Ortholite. O problema, assim como qualquer outro  tênis infantil, é encontrar informações técnicas desses modelos – impossível!

Mas o pouco que encontrei sobre modelos similares é que o cabedal é feito de material sintético com reforço no calcanhar para dar mais firmeza nos pés. Em outros sites encontrei a informação de que a entressola é feita com EVA, ajustando assim a sola e palmilha de acordo com o crescimento do pé da criança.

Agora falando como professor de Educação Física e analisando o que esse tênis tem de bom para as aulas de EF é que o antepé é bastante flexível. O material permite que a criança flexione os pés e não as incomode, isso porque há vários relatos de pais que mencionam que os pés das crianças ficam marcados devido aos calçados não apropriados. Vivencio isso diariamente e concordo.

Ainda no cabedal, o bico do tênis é reforçado para que o tênis dure bastante. Crianças chutam brinquedos e se arrastam no chão, então ter um “bico” forte é essencial para um tênis durar.

A sola tem tiras horizontais em toda sua extensão que ajudam na aderência do tênis no solo, então correr e praticar esportes com ele ajudará a criança a fazer mudanças de direções sem que escorregue com frequência.

Os velcros ajudam no calçado e mantém o tênis firme no pé.

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“Bug” no aplicativo #Nike+.

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Esse é o print screen do meu perfil no Nike+ que tenho feito algumas atualizações nas últimas semanas. Fiz o pareamento do meu Garmin no aplicativo para participar dos desafios que meus amigos e familiares participam. Isso torna os treinos mais agradáveis quando se tem uma disputa saudável de quem corre mais em um determinado período.

Mas hoje quando entrei no meu aplicativo, depois de quase uma semana sem mexer nele, percebi que a quilometragem foi alterada sem que eu tivesse feito nenhum treino. Na verdade essa foi a segunda vez que isso aconteceu. A quilometragem aumentou e o número de atividades também, de 7 corridas para 11 corridas.

Fiquei desapontado porque o aplicativo tem sido um grande incentivo para mim e para meus amigos, isso porque cada um tem um tipo de dispositivo para treinos. Eu uso o Garmin, meu irmão o TomTom, meus primos o próprio aplicativo e assim por diante.

O Nike+ foi o local onde escolhemos para armazenar nossas corridas e manter o contato direto sobre o assunto. Agora fico desanimado em registrar meus treinos via Nike+ e pretendo voltar a usar o RunKeeper caso queira fazer um desafio entre amigos ou simplesmente registrar no meu Garmin Connect e fazer a atualização do perfil da Nike+ manualmente.

Outros casos:

Meu primo que participa dos mesmos desafios que eu comentou que já teve problemas com o Nike+ e certa vez foi apagado cerca de 5 treinos, totalizando 40k. É bem desanimador para qualquer corredor de rua.

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#GeoOrbital é uma roda de bike elétrica que pode ser instalada em qualquer bike.

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Esse projeto é sensacional! Chegamos ao futuro dos meios de transporte não-poluentes sem gasto de combustível, apenas recarga elétrica e o investimento do produto que gira em torno de R$ 3.000.

Essa é a roda de bike chamada GeoOrbital e o projeto está no Kickstarter. Isso significa que se o projeto atingir o valor 75,000 dólares o projeto deixa de ser um projeto e se torna realidade. No site da Kickstarter há um link que é possível fazer investimentos para que o GeoOrbital vá para o mercado e assim, ganhar o mundo.

A GeoOrbital é de Cambridge, Boston, Massachusetts, EUA. 

A roda estava em processo de aperfeiçoamento desde Novembro de 2014 e o seu projeto final chegou em Março deste ano (veja a evolução na imagem abaixo):

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As bikes elétricas é uma realidade na luta para driblar os problemas de tráfego no mundo, então o mercado de eBikes cresce consideravelmente. Comprar uma bicicleta no Brasil hoje em dia é bastante caro, isso se levarmos em consideração uma bike para 10 anos de utilização. Então ter uma bicicleta convencional e ter uma bicicleta elétrica é uma realidade mais longe ainda. Esse projeto mostra que as evoluções tecnológicas chegaram ao ponto de termos duas bikes em uma apenas.

O investimento é alto, mas o interessante desse projeto é que é o início de uma nova era de investimentos ciclísticos no mundo. Hoje é caro, mas os investidores no mundo abrirão seus olhos (se já não abriram enquanto escrevo esse post) e farão investimentos altos para essa tecnologia chegar às grandes massas no mundo. É um passo a frente na busca constante de soluções de mobilidade urbana.

O projeto logo será realidade na internet e sua comercialização será sucesso nos principais sites de e-commerce. Para esse sucesso atingir valores menores de comercialização, a concorrência será fundamental para aumentar o leque de opções e consequentemente otimizar a produção em valores e mão-de-obra. A tecnologia melhorará e a acessibilidade aumentará.

Agora será possível o ciclista obter uma bike elétrica e fugir das dificuldades que encontramos enquanto nos locomovemos para o trabalho ou por simples lazer.

Tecnicamente falando, a roda foi produzida para bikes de 26 polegadas ou 700c*. Ela tem a mesma tecnologia de armazenamento de energia quando pedalada a bike e quando usamos o freio. Tudo aquilo que sabemos de uma bike elétrica, mas restrita à uma roda apenas.

Veja o vídeo e conheça todas as vantagens da GeoOrbital:

*700c siginifica roda com 700 milímetros de largura, ou seja, não se trata do diâmetro da roda, mas sim a largura dela.

DCIM100GOPRO

Treino multidisciplinar: Passear de bike pode complementar os treinos de corrida da semana.

 

Para quem planeja correr mais de 10k na próxima prova, existe um tipo de treinamento que se chama “multidisciplinar”. Ele consiste em toda prática de atividade física que envolva estímulos cardiorrespiratório, força, flexibilidade, etc. Ou seja, é o treinamento complementar daquele que é praticado com maior frequência.

Se corremos 4 vezes por semana e temos mais um dia para praticar esportes, devemos estimular o corpo com práticas distintas, mas que vá de encontro com os benefícios da corrida. Um simples passeio de bicicleta no final de semana a tarde pode ser um ótimo treino multidisciplinar para compor uma semana de treinos. Não é necessário impor um ritmo forte, apenas andar e ativar a circulação sanguínea para retirar do organismo o ácido lático que se acumulou nos músculos após uma sessão de corrida intensa.

Outras formas de complementos é realizar treinos de força como fazemos na sala de musculação, além de treinamentos de flexibilidade que podem ser realizados nas aulas de Pilates ou Yoga. Tudo é válido quando os treinos complementares não conflitem com as futuras sessões de treinamentos e do que se espera para a performance seguinte.

Agora com duas provas no meu calendário de 2016, uma corrida de aventura do Haka Race em Botucatu/SP e uma meio maratona em São Paulo, os passeios de bike com a minha mulher nas ciclovias da Vila Mariana e Av. Paulista são de muito ajuda para os treinos puxados de segunda, quarta e sexta. Dá pra sentir que o corpo rende mais quando existe esse descanso ativo, como costumamos dizer na Educação Física.

Não deixe de praticar atividades físicas leve pensando que isso prejudicará seu rendimento nas corridas.

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O corredor deve mesclar treinos diurnos com treinos noturnos.

 

Há alguns anos vinha treinando durante a noite para as corridas. A nossa rotina de atleta amador depende muito do nosso trabalho, então não podemos nos dar o luxo de deixar o trabalho de lado para correr em horário comercial.

Mas existe a possibilidade de correr antes do expediente, então mesclar os treinos noturnos com os treinos diurnos pode ser uma boa combinação para preparar a mente para as corridas. Não há uma diferença climática considerável entre os dois períodos do dia, porém, o visual do mesmo local onde treinamos pode nos trazer uma motivação diferente para cada sessão de treinamento.

Essa mescla também surte efeito no descanso do corpo e na ingestão de alimentos para as sessões, isso porque se treinado de manhã, é necessário acordar mais cedo e se alimentar adequadamente em um período de até 1 hora antes da corrida, mas com o mínimo de 30 minutos de intervalo entre a alimentação e a sessão de treinamento. Isso demandará disciplina do corredor para não “errar na mão” na hora de preparar o café da manhã.

Uma ótima forma de testar a alimentação durante o café da manhã, porque as provas geralmente são na parte da manhã (antes das 8h), então necessita do conhecimento do atleta. Muitas pessoas que treinam durante a noite cometem erros na hora de preparar o café da manhã e isso pode até prejudicar a performance durante a prova.

Para quem treina apenas de manhã, mudar o período de vez em quando torna-se interessante porque você se submeterá aos treinos em um período em que o corpo praticamente trabalhou o dia inteiro, então é um stress a mais para superar. O visual também já mudou significativamente, mudando as paisagens do dia para a noite escura. Isso induzirá o corredor a correr sem distrações externas, então o corredor deverá ter o controle de focar na própria corrida e encontrar um novo estímulo quando ele é privado de paisagens. Interessante autoconhecimento como corredor.

Um próximo passo a considerarmos é treinar em horários extremos, como no sol do meio-dia. Isso se for feito diariamente pode ser prejudicial à saúde, mas se dosado adequadamente e colocado na planilha de treinamento para preparação de provas extremas, como a Meia Maratona Internacional do Rio em que corre-se debaixo do sol de 40 graus, é totalmente aceitável para o corredor ter conhecimento das adversidades climáticas que cada corrida proporciona.

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#NewBalance Vazee Rush para crianças.

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Sexta feira que passou (06) uma colega do trabalho me trouxe um par de tênis para eu tirar foto e postar aqui no blog. Em primeiro lugar achei legal da parte dela ter feito isso porque ela entende a importância do tênis esportivo na infância, inclusive a filha dela é minha aluna e o modelo do tênis dela está descrito na página For Kids (o modelo dela é o Asics Sugar Baby).

Isso demonstra o quanto as mães se importam com a qualidade de vida dos filhos e o quanto são preocupadas em orientar as novas mães que procuram tal informação. Afinal, qual é o tênis ideal para seu filho praticar esportes?

Aí em cima na foto está uma das respostas: o novíssimo New Balance Vazee Rush para crianças. Esse é o exemplo de um tênis ideal para criança quando for praticar esportes.

Analisando de perto o tênis é possível identificar que a estrutura do tênis foi feita para esportes com finalidade de corrida, ou seja, qualquer atividade esportiva que envolva corrida deve ser praticada com um modelo como o Vazee Rush. Isso porque o modelo segue os pré-requisitos que um Professor de Educação Física Infantil espera:

– Cabedal flexível que permite movimentos dos pés sem limitações;

– Sola ante-derrapante que permite a criança correr e mudar de direções rapidamente sem que haja quedas constantes;

– O antepé é mais largo do que a parte de trás do tênis, dando assim o espaço suficiente para os dedos ficarem “soltos” e não “esmagados”, facilitando assim a propriocepção (termo científico para expressar ganho de equilíbrio através de praticas esportivas);

– Reforço na área do calcanhar para manter o pé firme e evitar entorses;

– Há ainda as principais características de um tênis infantil, como cadarço elástico fixado no cabedal e o velcro para calçar o tênis e mantê-lo firme no pé. Essa é a principal diferença entre o modelo infantil e o modelo para adultos:

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Modelo do New Balance Vazee Rush para corredores de rua.

Apesar do design ser muito parecido com o modelo para adultos, a tecnologia nos tênis infantis são mais duradouras no sentido de “tênis para bater”. O modelo infantil tem material mais resistente do que o modelo para adultos por motivos óbvios: crianças não se importam em estragar seu tênis. Rs

Um belo tênis para seu(sua) filho(a)!

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#Skechers #GOrun Ultra Road.

 

 

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Hoje chegou meu Skechers GOrun Ultra Road e já fui testá-lo no Ibirapuera (SP). Fiz um treino base de 10k para sentir o conforto do Skechers e conhecer as principais características do novo modelo da marca.

Na minha última visita ao escritório da Skechers, conversando com o Raphael Dagaz do departamento de marketing, ele me explicou que a Skechers tem como principal característica o maior amortecimento do médiopé. Assim que calcei o tênis e pisei no chão ficou evidente o conforto na região central do pé, destacando assim tal característica. A tecnologia do Ultra Road chama-se Mid-Foot Strike Technology, conforme catálogo do 1º semestre.

O cabedal é outra parte do tênis bastante interessante, porque seu acabamento não é frágil, porém, é extremamente flexível e superventilado. O pé não aquece durante a corrida e não há incômodo e aperto na região do Antepé. O protetor de calcâneo é firme mantendo-se estável na aterrissagem, o que diminui também possíveis atritos com o tendão do calcâneo.

Nos primeiros 5k o que mais percebi foi o amortecimento que a Skechers proporciona em seu produtos, mas durante a o restante dos 10k comecei a perceber que o amortecimento do médiopé “induz” o corredor à postura mais inclinada do tórax, minimizando a aterrissagem do pé através do calcanhar, usando assim uma menor área do pé para transferência de energia que impulsiona a passada do corredor.

Senti ainda que a sola e entressola armazenam maior energia para ajudar no impulso da corrida, aumentando para mim a fase aérea da passada. Isso trouxe um ritmo cadenciado na corrida mantendo o pace do meu treino menor, ou seja, fiz menos esforço para manter o mesmo tempo (decidi correr no mesmo tempo que nos treinos anteriores). Se tivesse feito o mesmo esforço que nos treinos anteriores, diminuiria meu tempo.

Por fim, concluo que o Ultra Road será um excelente parceiro de treinos e provas. Já rodei 2% dos 500k que defini para as provas e treinos e já agendei uma meia maratona para Outubro com ele, sem falar em todos os treinos que farei no asfalto para a corrida de aventura que farei em Agosto.

Vale muito a pena comprá-lo!

Mais detalhes na aba Guia do Tênis sobre este modelos e outros lançamentos do primeiros semestre de 2016.

 

 

Final do treino de hoje no Ibira. 

bikesmotorhome

Motorhomes e bikes.

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No Pinterest é possível encontrar fotos como essa que inspiram nós esportistas que gostamos de aventura. Uma das coisas que americanos e europeus fazem e nos causa inveja é ter o motorhome com finalidade de viajar e praticar esportes – Constroem ou compram e customizam com toda sua estrutura de ciclista e/ou esportista outside.

Ter um motorhome aqui no Brasil é algo utópico, isso devido à violência urbana das grandes cidades e, pelo simples fato de tudo ser mais caro por causa dos impostos – preço dobrado ou até triplicado. Geralmente os esportistas brasileiros que tem um poder aquisitivo maior ao invés de comprar um motorhome, supri sua necessidade alugando um motorhome nos EUA para fazer uma viagem rodando as principais highways e aproveitando para fazer cicloturismo no país.

Para isso só é preciso levar sua bike até os EUA, ou melhor, montar uma bike nova com os preços invejáveis quase-isentos de impostos. Ou seja, é possível programar viagens ao redor do mundo alugando motorhome e andando com sua própria bike.

O evento mais conhecido nesses moldes é o Race Across America (RAAM), que os ciclistas cruzam os EUA da costa oeste para a costa leste. Isso mesmo, praticamente passar por todos os estados dos EUA andando de bike, e o pior que tudo isso no curto prazo de 1 semana. É um dos eventos mais respeitados no mundo de ultra-endurance. Lá os ciclistas vão com sua equipe (Staff) estruturados de motorhomes para dar toda a assessoria que o atleta precisa por todo o percurso.

Algo para se sonhar em um dia fazer.

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As diferenças entre bikes aro 26″, 27.5″ e 29″.

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A primeira informação que devemos saber é que a unidade de medida de rodas de bike é em polegadas. Muitas pessoas falam do diâmetro do aro da bike, mas não especificam sua unidade de medida.

A bike mais comum no mercado é a bike de aro 26″. Há alguns anos foi inventada a bike de aro 27,5″ e 29″ para otimizar as pedaladas. Se falarmos de física apontaremos diferenças no “ângulo de ataque à obstáculos”.

O que isso significa?

A área de contato do pneu com o solo aumenta, então o ângulo entre o pneu e o solo diminui em até 4% para aro 27,5 e 6% para 29, isso quando comparado às medidas do aro 26″. Matematicamente podemos formular assim:

Aro 26″ = -X%

Aro 27,5= -4%

Aro 29″ = -6% 

Deixando a física e matemática de lado, isso significa uma diferença na performance das pedaladas, ou seja, quanto maior o diâmetro da roda, menos voltas ela dá, então a energia muda e teoricamente a bike anda mais rápido. Porém, há o outro lado da moeda. Quanto maior a roda mais lenta a bike se torna quando a roda muda de direção, o que é constante em um simples passeio de bike.

Os pros e contras são vários. Resumidamente os pontos favoráveis ou não da geometria da roda são esses abaixo:

Rodagem do pneu
Regras básicas: Qualquer que seja a rodagem da bicicleta, quanto mais leve a roda melhor.
Diminuir peso custa caro, mas até um determinado ponto vale a pena.Quanto maior o diâmetro da roda:

  • mais fácil passar por um obstáculo
  • absorve melhor os impactos
  • estrutura mais frágil
  • mais lenta nas mudanças de direção
  • pesa mais
  • acelera com menos rapidezQuanto menor o diâmetro da roda:
  • mais dificuldade para passar obstáculos
  • absorve pior os impactos
  • estrutura mais forte
  • mais rápida nas mudanças de direção
  • acelera com mais rapidez

    Medidas nominais mais comuns de rodas de bicicletas:

    20 polegadas (20″) utilizadas nas BMX, infantis, dobráveis etc

    24 polegadas (24″) utilizadas nas bicicletas para adolescentes

    26 polegadas (26″) utilizadas na maioria das Mountain Bikes e são as mais comuns no mercado de bicicletas brasileiras para adultos. A medida é tirada exatamente como na foto acima. Com um pneu 2.0 (altura do pneu) a medida 26″ é exata.

    29 polegadas (29″) utilizadas atualmente em algumas Mountain bikes

    700C utilizadas na maioria das bicicletas de corrida (speed), nas híbridas e estradeiras

Fonte: escoladebicicleta.com.br


A outra história da mudança de diâmetro dos aros de bike é meramente comercial. Um dono de bicicletaria em que comprei minha bike foi enfático quando o questionei sobre o assunto:

“…fizeram as mudanças para vender o produto, uma vez que as novidades de bikes estavam se esgotando, portanto, diâmetros novos, novas vendas…”

Para os cicloturistas há um problema na aquisição de bikes aro 27,5″ e 29″. Dependendo de onde você vá viajar pedalando, se a câmara de ar furar a dificuldade de encontrar câmara para esses aros é maior, ou seja, ainda a aro 26″ é mais comercializada no mundo. Esse fato foi confirmado por um casal de ciclistas que decidiram pedalar pelo mundo e constataram que em locais remotos a chance de encontrar reparo para 27,5″ e 29″ seria menor.