Author Archives: Felippe Maranhão

About Felippe Maranhão

CREF n° 097981-G/SP Treinador de corrida e Consultor de materiais esportivos. Sou atleta amador de corridas de aventura e professor de Ed. Física no Ensino Infantil. Aqui no blog trarei informações sobre os principais materiais esportivos para tais práticas esportivas. Enquanto não estiver suando a camisa nos treinos, postarei conteúdo pouco difundido em sites brasileiros sobre corrida, bikes e aventura. Espero que gostem! Abs.

nike_tenis_de_corrida_vintage

Tênis de corrida “vintage” Nike.

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Encontrar tênis de corrida discreto é o maior desafio nas lojas convencionais dos shoppings hoje em dia. Não sou adepto das multicores dos modelos atuais, então é preciso garimpar na net e em lojas especializadas de corrida para encontrar os mais discretos.

O que voltou às lojas foi o Nike Air Max 90 que resgatou os modelos dos anos 90, inclusive a discrição nas cores. Como é um modelo retrô, muitos consumidores compram os modelos como casuais, e na verdade a Nike refez com esse intuito, mas no segmento há aqueles modelos de corrida com o mesmo visual.

Esse modelo acima é um Air Max 90, mas para corrida de rua. Tem a característica do cabedal dos anos 90 com cor discreta, mas a entressola destacando-se com uma cor bastante usada na atualidade. É a junção do passado com o presente.

Muito difícil encontrar aqui no Brasil nas lojas de rua, mas pela internet é possível encontrar.

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New Balance tem mini “showroom” diferenciado para crianças em suas lojas.

tenis_infantil

Mais uma vez falando sobre tênis infantil e sua importância no desenvolvimento da criança. Há algumas semanas estive na loja da New Balance do shopping Cidade de São Paulo e pude conferir o mini “showroom” de calçados infantis.

Muito interessante o que a New Balance fez para atrair o público infantil, ou melhor, os pais das crianças. Tenho comentado aqui sobre a importância do calçado na Educação Física Infantil e como o calçado pode ser determinante para auxiliar nas práticas esportivas na faixa etária de 01 a 05 anos.

Um dos principais problemas que os pais enfrentam é acertar o tamanho exato para a criança. Quando encontram, o problema se transfere para a rapidez do crescimento do pé, ou seja, a troca dos pares de tênis tornam-se constante.

Torna-se constante quando há a preocupação dos pais, caso contrário, as crianças irão usar um tênis com um número menor do que o pé, ou para os pais que não querem gastar dinheiro trocando em um curto período, compram um número acima, o que causa outros tipos de desconfortos e má utilização do calçado.

Muitos dos equívocos acontecem logo na aquisição do produto. A criança não consegue identificar por si só quando o calçado está apertado ou largo demais. Pensando nisso a New Balance destinou uma grade de calçados com cabedal de plástico transparente para que os pais possam visualizar em que posição estão os dedos das crianças dentro do tênis, acertando assim no número do tênis.

Esses modelos não são comercializados. Servem apenas para vestir e identificar o número. Mas o lojista que me atendeu disse que esses modelos faz sucesso entre os consumidores. Todos questionam o porque da não comercialização deles e até oferecem quantias maiores do que o tênis nas prateleiras para levarem para casa.

Veja a prateleira com as explicações que encontrei na loja:

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Com uma explicação simples, a NB aponta os erros e acertos na aquisição dos calçados infantis. Dessa forma o pai se sente seguro em adquirir o tamanho destinado para cada faixa etária.

Leia mais sobre tênis para crianças na aba For Kids.

maratona_da_disney

Correndo pelo mundo.

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A corrida de rua atravessa fronteiras. Ir para a pracinha na frente de casa para correr já deixou de ser um estímulo há tempos. Já corremos em bairros diferentes, cidades, estados e agora, é hora de correr em outro país.

Estive conversando com um amigo hoje no trabalho sobre as maratonas em outros países. Os EUA, por exemplo, tem três das maiores maratonas do mundo: Nova York, Boston e Chicago. Ele me convidou para correr a maratona da Disney agora em Janeiro. Não está nos meus planos me preparar para uma maratona em menos de seis meses, mas o assunto me despertou as grandes possibilidades de viajar para correr.

Tinha conversado com o meu irmão sobre correr na Argentina neste ano, mas deixamos passar. Porém, o assunto não passou batido, é só uma questão de retomar as “negociações”.

Existe várias operadores especializadas nesses eventos, então estudando um pouco mais sobre o assunto percebi que é possível fazer uma maratona por mês ao redor do mundo. Isso possibilita o corredor escolher qual é a maratona que quer correr de acordo com a data das férias. De quebra o passeio fica garantido após o evento.

corrida_no_parque

As vantagens de correr nos parques.

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Correr na rua tem mais vantagens que correr na esteira, isso é um fato. O esforço físico é maior, consequentemente o progresso físico é mais rápido. A esteira tem suas vantagens de poder correr em dias de chuva ou quando pretendemos vincular o treino aeróbio com o de musculação.

Mas para quem pensa que ir para rua correr não conseguirá fazer exercícios de musculação está enganado. Os principais parques de São Paulo e das grandes cidades do Brasil possuem equipamentos de musculação ou área para exercícios funcionais. O Ibirapuera, por exemplo, tem área de musculação com barras e pesos para exercícios como Rosca Direta, Agachamento, Supino, etc.

Para aqueles que não querem “puxar” pesos, outra área tem barras fixas, bancos de exercícios para abdômen, etc. Há uma infinidade de aparelhos rústicos, porém, eficazes. Só existe a necessidade de orientação adequada para realizar tais exercícios, porém, se garimpar na internet é possível encontrar diversos tutoriais de “personais” que explicam através de vídeos a execução correta dos exercícios que pretende fazer, é só uma questão de “dar um Google”.

Além disso no local muitos “personais” treinam por conta própria e sempre dão uma forcinha a mais quando você precisa saber de algo. Entre séries de exercícios os praticantes de musculação sempre ajudam os iniciantes, mostrando assim que a classe de praticantes de atividades físicas ao ar livre é uma classe unida.

Sexta-feira agora tirei essa foto acima enquanto realizava o meu treino de corrida no Ibira, então decidi fazer umas séries de exercícios com peso. Dependendo do horário que você frequentar o parque os aparelho ficam praticamente livres. Geralmente na parte da manhã durante a semana. Realizei a corrida e um programa de musculação de adaptação (iniciante). Constatei que não há diferença alguma em relação à postura correta nos aparelhos, ou seja, são aparelhos que atendem às necessidades dos usuários.

Não gastei para ir treinar lá, corri ao ar livre e ainda encontrei estacionamento para o meu carro (zona azul – R$ 5). Caso não queira gastar com o estacionamento, vá de bike!

treinando_em_casa

Treinamento em casa.

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Treinar em casa exige disciplina, talvez até mais disciplina do que ir até a academia. Apesar das academias estarem entrando em um novo formato de prestação de serviços, agora num estilo americanizado self-service, graças à rede Smart Fit, quase sempre haverá um instrutor de musculação para orientar em algum exercício. Quase.

O treinamento em casa não terá um Personal Trainer à sua disposição em tempo integral, mas o YouTube se encarrega de jogar diariamente na net treinadores adeptos à tecnologia para divulgar seus serviços. Eu mesmo tenho 2 ou 3 vídeos “Pulando Corda” para iniciantes e intermediários. Ter esse acesso ilimitado na internet proporciona ao atleta um leque imenso de instruções para fazer exercícios em casa.

Talvez complementar seus treinos de corrida com um pouco de treinamento funcional e musculação em casa seja o ideal para manter-se forte e saudável, então por que investir R$ 100,00 em mensalidades de academias quando o serviço prestados pelos instrutores já não é personalizado há algum tempo?

Esse investimento pode ser revertido para um novo equipamento para compor seus treinos à domicílio, ou seja, ao invés de gastar R$ 100,00 na academia para usar um halter, por que não comprar seu próprio halter com o investimento base de R$ 100,00. Todo mês você terá o valor de R$ 100,00 para montar sua própria academia, ou para ser mais sofisticado, seu próprio Studio.

Pense mais sobre isso!

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Acidente marcou a disputa no ciclismo de estrada feminino.

anna_van_der_breggen

Na disputa pelo ouro no ciclismo de estrada feminino o que mais chamou atenção não foi a disputa em si, mas uma queda feia da ciclista holandesa Annemiek van Vleuten que tirou os holofotes dos sprints finais das provas de ciclismo.

Na descida da Vista Chinesa a holandesa liderava a prova (bem à frente da segunda colocada naquele momento, a americana Mara Abbott) quando em uma curva a ciclista perdeu o controle da bike e teve uma queda feia batendo a cabeça e as costas violentamente no asfalto. Pelos vídeos que vinculam na internet (Clique e veja o vídeo) dá para perceber que no momento da queda a holandesa já fica desacordada no canteiro da estrada.

As demais ciclistas passaram e relataram ter ficado chocadas com a cena ao ver Annemiek desmaiada. Essa queda foi determinante para o resultado final que teve como vencedora a compatriota Anna van der Breggen.

ciclismo_de_estrada_olimpiadas

Ciclismo de estrada nas Olimpíadas do Rio teve quedas e sprint final emocionante.

ciclismo_de_estrada_olimpiadas

Ontem (06/08) no primeiro dia dos Jogos Olímpicos do Rio teve o ciclismo de estrada (já valendo medalha). O belga Greg Van Avermaet ganhou a medalha de ouro após final emocionante com chegada na praia de Copacabana.

Após 6 horas de prova os ciclistas olímpicos pedalaram pelas ruas e serras da cidade do Rio de Janeiro, mostrando todas as belezas naturais da cidade. Enquanto assistia à disputa da medalha senti um clima nostálgico quando vi as ruas por onde fizemos as provas de meia-maratona e maratona.

É muito legal poder ver uma prova como esta em nosso país, quando o que estamos acostumado a ver são os Giro d’ Itália e Tour de France. Geralmente a paisagem é um campo de grama ao redor de um castelo nesses países, mas onde pudemos ver os ciclistas subindo as serras dentro da cidade do Rio, com muitas curvas sinuosas e finalizando nas praias do Leblon, Ipanema e Copacabana.

A galera lotou as ruas para torcer pela passagem dos ciclistas e enquanto eu assistia pela tv pude sentir a vibração do brasileiro dando apoio aos atletas. Realmente emocionante.

Terminou com um sprint nos últimos 300 metros entre os 3 primeiros colocados. Foi sensacional!

Que tenhamos mais provas emocionantes como foi o ciclismo de estrada nessas Olimpíadas.

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Equipe #HakaRace.

hakarace

Agora em Agosto haverá a etapa de Botucatu/SP do Haka Race. Eu faço as corridas do Haka Race desde o ano passado, e como sou da área de Educação Física e sempre participei da organização de eventos esportivos por onde trabalhei, não pude deixar de reparar na organização dos eventos do Haka e elogia-los através das redes sociais.

O Haka Race é um evento de corrida de aventura bastante seleto, ou seja, o mundo dos corredores de aventura é pequeno e temos praticamente contato com quase todos que correm ou já correram alguma vez. Esse fato é muito legal para ter amizade com todos os envolvidos, sejam eles competidores ou organizadores.

Na primeira edição que participei em Socorro/SP tive a oportunidade de conhecer o Léo, principal figura da organização dos eventos Haka. Posteriormente conheci a organizadora dos eventos Ecomotion e ela sempre falou muito bem do Léo, então surgiu o meu interesse de participar da equipe organizadora dos eventos Haka.

Essa semana recebi o convite do Léo para integrar a equipe Haka Race. Estou muito feliz porque é um sonho recente que conquistei, afinal, fazer corridas de aventura e estar envolvido com o público participante é realmente emocionante para mim.

Dia 02 de Julho terei o meu primeiro contato com a equipe, participando de palestras, fazendo reciclagem de curso de primeiros socorros, aprendendo sobre navegação com bússola e recebendo o uniforme da Haka Race.

É com enorme satisfação que integro a equipe para fazer o que mais amo na vida: praticar esportes e ter contato direto com a natureza.

Great times are coming!

buzinadecorredor

Japoneses inventam buzina para corredores de rua.

buzinadecorredor

É uma ideia simples, mas muito eficaz. Correr na rua ou no parque nem sempre é tão fácil, isso porque há muitas pessoas no caminho e só quem corre sabe o quanto isso pode atrapalhar.

A buzina é um acessório indispensável na vida do ciclista. Por falta de buzina já “atropelei” um garoto que atravessou repentinamente a ciclovia sem olhar quem vinha. Apesar de estar em alta velocidade com minha bike, felizmente consegui frear no “susto” e evitei maiores danos. Mas nesse caso se eu tivesse uma buzina eu conseguiria alerta-lo, mesmo tendo gritado antes.

Não é diferente com o corredor de rua. Assim como há pedestres desatentos, há também ciclistas desatentos. Há menos de 15 dias enquanto eu corria no Ibirapuera, um ciclista (sem capacete ou qualquer sinalização, diga-se de passagem) fez uma conversão errada saindo da ciclovia e avançando na pista de pedestres. Foi quase a mesma situação, eu tive que gritar e desviar a poucos centímetros de distância. Ele não teve o tempo de reação suficiente para evitar o atropelamento, mas por sorte, como eu estava atento às “cagadas” dele, consegui desviar. Não consegui evitar de xinga-lo logo após, algo que não me orgulho de ter feito.

Isso poderia ter causado danos em mim, uma vez que sou professor de Ed. Física e me lesionar prejudica significativamente meu dia-a-dia.

Para essas situações, um casal japonês inventou a buzina para corredores. É a mesma buzina que usamos na bike, como um sino para falar a verdade. A adaptação está na forma como segura-lo, colocando-o entre os dedos como se fosse um anel. O botão de acionamento da buzina/sino está no polegar que com um simples toque já aciona o dispositivo (assim como na bike).

É um gadget simples e sensacional. Poderá evitar pequenas lesões por colisão entre corredores e outros esportistas, ou também alertar os pedestres para abrir caminho e finalizar aquele treino de corrida de tiros no meio da rua.

hipster

O esteriótipo do ciclista de bike fixa.

hipster

Muitos ciclistas surgem diariamente e um esteriótipo que cresce entre os ciclistas é o hipster. Essa é uma condição quase que exclusiva de quem usa bikes fixas (bikes sem câmbio com uma única catraca e coroa).

Esse estilo é comum nos EUA e Europa, e com a ascensão das bikes nas grandes cidades do Brasil, as pessoas que são mais chegadas ao estilo não-ciclista forma seu próprio estilo até mesmo na hora do pedal. Geralmente não usam a bike para treinos e sim como meio de transporte.

Essa ilustração que achei no Pinterest define bem o que é o ciclista hipster. Algumas das características são marcantes como bonés estilo trucker, tatuagens vintage, bigode francês ou barba grande, tênis Vans ou Converse e calça ou bermuda jeans.

A bike é um estilo a parte. Normalmente é uma bike com cor neutra no quadro e detalhes prateados ou dourados. Isso torna a bike estilosa sem que chame a atenção pelas cores fortes, mas sim pelo estilo clássico e de bom gosto de ciclista.

E você, se considera um ciclista hipster?