3 filmes para inspirar quem quer se aventurar em camping e longas caminhadas.

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Basicamente os três vídeos envolve algum tipo de tragédia, mas neste ponto de vista é uma ótima oportunidade de começar a pensar se você realmente quer se aventurar nessas modalidades ou é apenas uma vontade temporária. Se for temporário esses três filmes já basta para você tirar da cabeça a ideia de se tornar um andarilho ou um camper.

É duro ter que admitir, mas a vida selvagem não te dá opções de conforto, então o espírito de aventureiro tem que nascer com o indivíduo. Faça uma auto-reflexão e lembre da sua infância e de como você se saia em situações de improviso. Lembre como era seu humor de quanto faltava luz dentro de casa e você não tinha como tomar banho quente ou assistir televisão? Se ele era um péssimo humor, esqueça, você não serve para acampar. Acampar é sinônimo de privação de conforto. Não temos água encanada ou luz elétrica, tudo é feito à mão como a sua própria comida e a fogueira. Temos que montar a barraca para dormir, carregar peso durante horas de caminhada, pegar carona se for o caso (meio impossível no Brasil), carregar pouca roupa, ou seja, andar sempre com a mesma roupa que não estará limpa por muito tempo, não ter muita companhia, etc.

Os 3 filmes conseguem trazer um pouco do que é a realidade de acampar visto pela tela de sua televisão. O problema é que não sentimos o calor nem o frio, o cansaço nem a ansiedade… Os 3 filmes foram retirados de livros autobiográficos* dos aventureiros. Resultado: só dois voltaram pra casa sendo que um deles voltou sem braço. (Ps.: As anotações de Chris McCandless foram encontradas junto ao seu corpo e depois reproduzida por escritor)

Cheryl Strayed (Wild) é a mais nova aventureira retratada no cinema. O filme “Wild” conta a história de uma mulher que se entregou às drogas após a morte da mãe e o fim do casamento. Com a vida perdida ela decidiu fazer algo que pudesse trazê-la de volta à vida encarando situações extremas em uma trilha de 1.100 milhas na costa do pacífico nos EUA. Ela não teve como incentivo nenhum outro aventureiro, apenas olhou para um guia em uma loja de conveniência e comprou-o afim de fazer a trilha, simples assim.

Aaron Ralston (127 hours) é o meu preferido dos 3! Ele simplesmente teve como incentivo Chris McCandless que direi logo abaixo no próximo parágrafo. Aaron trabalhava em uma loja de utensílios esportivos para esportes de aventura nos EUA e todos os finais de semana escalava nos arredores de Utah. Encarou centenas de situações problemas com ursos perseguindo-o por dias em uma de suas aventuras no gelo (conforme relatos de seu livro) e em um dia durante um de seus passeios pelos cânions de Utah, ficou preso pelo antebraço à uma rocha que caiu enquanto estava escalando. Para sobreviver teve que amputar seu antebraço e ainda fazer rapel sem braço para ser resgatado posteriormente.

Chris McCandless (Into The Wild) foi o mais idiota de todos os aventureiros. Altamente filosófico pensou que o homem conseguiria sobreviver à natureza apenas com pesca, caça e alimentando-se de plantas. O problema é que não somos mais preparados para caçar como na era da pedra polida nem na era do gelo. Somos dependentes de produtos fabricados e temos que ter aulas com o Bear Grills pra fazer as coisas que vemos no DiscoveryChannel e o que McCandless tentou fazendo por si só. O fim só podia ser uma só: Morte! O interessante é que lendo o livro podemos ter análises minuciosas dos erros de McCandless e que posteriormente foi corrigido por muitos aventureiros previamente preparados. Chris McCandless foi e continua sendo fonte de inspiração para muitos aspirante à aventureiros, porém, com a cabeça no lugar. Aaron Ralston foi um de seus seguidores.


Written by Felippe Maranhao

March 27th, 2015 at 9:05 pm

O treinamento funcional para a corrida de longa distância.

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Treinamento funcional para corrida é moda há alguns anos. É praticado nos parques pelas assessorias esportivas e foi introduzido dentro das academias. É uma modalidade que foi se moldando conforme o público alvo foi exigindo menos de academia e mais diversidade, ou seja, menos monotonia e mais dinâmica nos exercícios diários.

Até quem nunca pratica alguma atividade física tornou-se adepto dos exercícios funcionais. Pessoas que seguem as tendências das celebridades em seus blogs de moda aderiram os treinamento funcionais, mas o que poucos sabem essas pessoas é para qual sua real razão.

Falando de exercícios “outside” como corrida de rua e ciclismo, por exemplo, seus adeptos pouco fazem questão de frequentar a academia. Por um motivo óbvio de não aguentar ficar preso nos poucos metros quadrados da academia, então o Personal Trainer teve que reinventar os exercícios fundamentais para aprimorar suas habilidades físicas e aumentar sua força muscular aplicando-as nos ciclos de treinamentos para corridas de longas distâncias (acima de 10k).

Hoje como estou inserido neste grupo de corredores e treinadores também, veja a necessidade emergente para a prática de exercícios funcionais nos ciclos de treinamentos. Falando por mim mesmo, estou estagnado em um nível de performance que pode piorar minha condição biomecânica. Simplificando, vou me lesionar!

Os quatro equipamentos acima é de fundamental importância para o meu progresso fisiológico e biomecânica, assim como de todos que estão seguindo os treinos para as meias-maratona que vamos disputar nos próximos meses. Exercícios de agachamento e avanço podem ser realizados com a barra livre. Podemos colocar de 10kg a 15kg cada lado da barra para fazer séries que fortalecerão nossos músculos do quadríceps, posterior de coxa, glúteos e lombar.

Na questão da agilidade, a escada de agilidade e a corda são exercícios que aprimoramos a coordenação motora. Exercícios de saltitos é a proposta principal desses materiais. Melhora a aptidão física se realizado com volume alto de exercício cardiorrespiratório.

As barreiras de PVC são materiais que nos ajudam em exercícios pliométricos. Esses exercícios são caracterizados por saltos em diferentes distâncias e altura, otimizando assim a “explosão” muscular.

Há muitas considerações científicas que podem ser citadas aqui e lógico não quis fazer porque quero tornar meus posts informais. Mas um simples resumo sobre cada um dos aparelhos e exercícios ajuda a entender a importância de acrescentá-los em nossa rotina de treinamentos. Em breve postarei fotos sobre os materiais e as sessões de treinamentos funcionais que farei e aplicarei nos treinos.


Written by Felippe Maranhao

March 25th, 2015 at 10:07 pm

Comunicado Importante: #ProRunning Play – App.

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Foi feito nessa semana em nosso aplicativo um “downgrade” forçado. Durante toda a semana o acesso ao aplicativo foi normal, porém, de dois dias para cá não estava conseguindo acessá-lo corretamente. Percebi que os banners de publicidade voltaram para a tela e as principais abas não tinham acesso. Conferi na página administrativa e percebi que foi feito o “downgrade” para usuários não pagantes do aplicativo.

Verifiquei na conta da ProRunning se havia o débito (crédito pra falar a verdade) na fatura e não constava. Recebi e-mails da Fábrica de Aplicativos informando da não concretização do pagamento deste mês. Corri atrás pra saber sobre e descobri o cartão de crédito estava bloqueado mesmo sem que eu tenha feito isso.

No dia 13/03 foi feito uma compra com valor exorbitante no cartão da ProRunning e então a administradora do cartão bloqueou. O cartão foi clonado e os créditos automáticos consequentemente não foram realizados, entre eles o pagamento da Fábrica de Aplicativos, nossa plataforma.

O acesso ainda existe para o aplicativo, mas as abas de periodização e mural não estão disponíveis sendo elas as principais facilidades de nosso sistema. Contatei a administradora do cartão e o problema será solucionado em uma ou duas semanas com a chegada do novo cartão e continuidade da conta na FA.

Fiz questão de informá-los aqui porque sei que algumas pessoas utilizam o App tanto quanto eu no dia-a-dia dos treinos. Desculpe o transtorno e manterei-os informados da regularização do sistema.

Obrigado. Felippe.

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Mesmo que tenha acontecido este imprevisto com nosso aplicativo, há alguns dias atrás já estava pensando em investir um pouco mais no sistema remoto da ProRunning e aprimorá-lo. Com a facilidade de ter na palma da mão as infos dos treinamentos e contato direto com redes sociais relacionadas à ProRunning, investirei em mais abas e funcionalidades do App da ProRunning. Quero torna-lo pouco a pouco cada vez mais útil em nosso dia-a-dia e desde que o criei percebi que a praticidade têm feito a diferença na hora “H” dos treinos.

Sacar o celular e lembrar do treino do dia é o “cola” que precisávamos para minutos antes de correr ou pedalar. Não precisamos mais acessar email pra ver as planilhas e até mesmo desistir de fazer o treino certo por preguiça de acessar outras contas.

Assim que retornar à ativa de forma plena em nosso celular, ele voltará melhor e com mais funções. Em breve comunico as mudanças!


Written by Felippe Maranhao

March 21st, 2015 at 10:56 am

Pedalando fora da cidade grande: Projetos e planejamentos de longo prazo.

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Cansou de pedalar na cidade? O asfatlto já não é mais um grande desafio como foi há algum tempo atrás? Você então acaba de se tornar um Outdoor Type como diz minha noiva. Outdoor Person é a pessoa que por natureza tem o prazer de sair de seu conforto de casa para se aventurar em campings e outras condições fora de casa, mais precisamente no campo.

Há anos me organizo psicologicamente para seguir o hobby de ser aventureiro, hoje como um corredor de aventura. Minha bike é Mountain Bike, meus equipamentos são de sobrevivência na selva, e meus treinos são de resistência para horas de prova. Agora mais do que nunca penso e foco nos meus novos projetos para conhecer os locais mais remotos e pedalar por eles. Fotografar locais que poucos irão conhecer caso não se submeta às mesmas condições que nós aventureiros. Esse estilo de vida têm se tornado cada vez mais a força motriz de trabalharmos dia-a-dia para conquistar nossos bens materiais e surrá-los no cascalho da pista acidentada e na mata fechada.

Planejamento a longo prazo é o principal caminho para conquistar essa condição de aventureiro, então pensar em começar a poupar dinheiro é o melhor caminho. O carro ideal para carregar sua bike e seus equipamentos, a bike ideal para descer ladeiras realmente difíceis, treinamentos e ganho de experiência em provas menores para um dia chegar ao seu ápice e conquistar seus objetivos pessoais.

Fico aqui há uma semana idealizando novos caminhos para percorrer e até tentando expor o que realmente quero, então tudo vai de encontro com o que já trabalhei e almejei para mim. Muito provável que se tornará uma série de posts que comentarei os progressos da minhas investidas no esporte outdoor. Comprar um caiaque para descer rios, barraca para dormir entre intervalos de sessões de corridas de aventura, um carro 4×4 para chegar aos picos onde farei o rapel. Um projeto pessoal ambicioso, mas que tenho desde criança. Hora de começá-lo.


Written by Felippe Maranhao

March 18th, 2015 at 10:52 pm

Posted in Adventure

No topo da montanha.

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Esse foi o momento em que chegamos ao pico mais alto de Socorro/SP para realizar o rapel no Haka Race. Se você perceber bem, eu estava sem meu Garmin no braço, então não sei dizer ao certo quanto tempo demoramos para chegar até este ponto. Não tinha muita noção de hora, mas pelo mapa estávamos a cerca de 1.800 metros (do nível do mar). Isso significa que saímos de 700 metros do nível do mar da igreja matriz de Socorro para o pico mais alto da cidade. Lá foram realizadas as sessões de rapel da prova.

Não realizamos o rapel por motivos óbvios: havia cerca de 50 pessoas na nossa frente para fazer uma descida de 80 metros. Todos deveriam ser realizados 1 por 1, ou seja, a espera seria em torno de 30 a 60 minutos. O tempo e a quantidade de atletas para fazerem o rapel nos tiraria muito tempo da contagem final da nossa equipe, então, juntando com a já experiência de todos os integrantes da equipe com a modalidade, resolvemos fazer o check-point extra e continuar pedalando.

Isso nos possibilitaria chegar em tempo para fazer o caiaque, mas por medida de segurança da prefeitura de Socorro, o horário da prática de caiaque se estenderia apenas até as 14h. Chegamos por volta das 15H30min no local do caiaque e não conseguimos fazer a parte do remo. Contou apenas como o check-point obrigatório dos PCs (Postos de Controle).

A grande realidade da corrida Haka Race é o trabalho em equipe. Éramos 4 integrantes, então em todo check-point era preciso chegar todos os integrantes, sendo assim, se em algum check-point a equipe chegar incompleta será automaticamente desclassificada. Nesta condição, tínhamos a tutora que é a pessoa que nos orienta em toda a prova. O tutor (ou tutora) normalmente é a pessoa melhor condicionada fisicamente por ter experiência em provas como o Haka Expedition (de 150k a 300k as provas). É um fato que nossa tutora Rosilene era de longe a melhor condicionada.

Como corredor e ciclista assíduo, tirei vantagem da minha atual condição física e não fiz feio no pedal. Conseguiríamos chegar com 1h30min a menos das 8h30min de toda a prova que fizemos, mas uma de nossas integrantes estava bem abaixo de nosso condicionamento físico e como o trabalho é em equipe, ficamos juntos durante toda a prova como manda o regulamento. Isso nos custou o rapel e o caiaque.

Mas para a próxima prova em que participarmos vamos já fechar uma equipe completa desde a inscrição. Isso nos possibilitará treinar juntos e chegar com o mesmo nível de condicionamento físico. Desta forma conseguiremos puxar mais o nosso ritmo e realizar todas as atividades da corrida de aventura.


Written by Felippe Maranhao

March 13th, 2015 at 10:46 pm

Carreta ou calhas para bikes? | Hitching or putting on the rack?

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Qual é a melhor forma de transportar sua bike: puxar uma carreta para bikes ou colocá-la nas calhas fixadas no rack? Hoje a mais conhecida e mais barata opção são as calhas, porém, quem tem muitas bikes para transportar ou até mesmo trabalha com isso opta pela carreta que é engatada na parte de trás do carro.

A carreta é uma opção mais cara e mais burocrática, porque aqui no Brasil os suportes traseiros “dão” multas de trânsito por não terem a placa visível, portanto, para ter uma carreta é preciso regularizá-la e documentá-la. No meu carro eu tenho as duas opções, mas como eu ainda só tenho duas bikes para transportar, utilizo somente as calhas do rack. Pretendo em breve comprar uma carreta para fazer carro de apoio em provas de MTB e corridas de aventura.

A vantagem de ter carreta é que é possível entrar em estacionamentos com teto baixo. Isso é sempre um problema quando decido colocar as bikes em cima do teto e muitas vezes isso pode causar um grave problema financeiro caso eu esqueça de tirá-las para entrar com o carro na garagem. Parece um pequeno problema, mas já ouvi várias histórias parecidas como essa. Perda total da bike.

Para famílias grandes e caso queira poupar danos em sua bike, a carreta é uma ótima opção para longas viagens. Existe empresas especializadas na construção de carretas para bikes em todo o Brasil. Enquanto isso, vá colocando em cima do carro e encontre os melhores locais para pedalar.

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What’s the best way to transport your bike: hitching or putting on the rack? Today the most known and inexpensive option is the rack, but if you got many bikes to transport or need to transport bikes for work, you need a bike trailer. The trailer it’s an expensive part of your car because you need to pay taxis to put your car’s license on it. I got two options, but I didn’t buy the trailer yet. I have two bikes only and it’s not necessary transport in a trailer – YET! Pretty soon I’ll buy my own trailer and also I’ll transport my bike and my client’s bikes.

Using your bike trailer you can park your car in a parking lot with low roof. Sometimes I almost forget to take off my bikes on the rack and this can be a big financial problem.

If you got a big family, buy a trailer it could be an a great option – think about it. There’s many companys building trailers for bikes. Google it and you can find different kinds of trailers. Until you buy a trailer, keep putting your bike on the rack and keep looknig for best places to ride your bike.


Written by Felippe Maranhao

March 11th, 2015 at 9:56 pm

Posted in Ciclismo,Tecnologia

#RunningBrands: #Salomon. Equipamentos que são realmente indispensáveis para provas longas.

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São muitas as considerações para fazer pós-prova de corrida de aventura. Muitas observações técnicas da prova e dos equipamentos utilizados e que devemos ter. Decidi começar comentando sobre a importância de um material fundamental para a corrida: o tênis. Como tenho dito há tempos, nós assíduos corredores deveremos ter mais de um par de tênis para nossos treinos e provas. Hoje é dia de falar do tão comentado Salomon para Trail Running e corridas de aventura. Relutei para comprar um, mas finalmente adquiri o meu primeiro.

A prova foi sábado passado e comprei o meu Salomon na quinta-feira da mesma semana. Estava com a ideia de usar um New Balance para Trail Running. Um ótimo tênis, mas já estava surrado. Não quis arriscar a na prova então comprei o Salomon. Não há palavras pra descrever o quanto esse tênis é bom e o quanto ele me ajudou durante todas as 8 horas e meia de prova. Em terreno extremamente irregular, após as 8 horas não fiquei com uma única bolha ou qualquer outro tipo de lesão que um tênis novo possa causar.

O preço é justo pelos modelos que a Salomon vende, apesar de ser todos na faixa de R$ 450,00 a R$ 700,00. É um equipamento indispensável para quem quer começar nas corridas de aventura e isso já não é mais uma discussão e sim uma afirmação.

Não há necessidade de comprar os modelos com cravos maiores do que este com cravos menores. Ele fixa perfeitamente na terra seca e não perde a estabilidade nos cascalhos que encontrar pela frente nas corridas fora do asfalto.


Written by Felippe Maranhao

March 11th, 2015 at 9:00 pm

#HakaRace: 8 horas e meia de prova em Socorro/SP.

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Da esquerda para a direita: Fábio, Rosilene (Tutora), Martha e Felippe (Eu).

Essa é a foto da chegada do Haka Race etapa de Socorro/SP. Ontem nós participamos da prova na modalidade “Sport Quarteto”. Posso dizer que foi uma experiência incrível de pedalar, correr, fazer rapel* e caiaque* por longas 8 horas e meia. Fizemos um planejamento que deu certo do início ao fim da competição mantendo-nos hidratados e repondo carboidrato e proteína.

A equipe ficou bem dividida no quesito responsabilidades. O Fábio foi o navegador. Mapeou nosso trajeto do início ao fim com sua experiência no exército de Israel. A Rosilene foi a tutora da prova, ou seja, ela é a pessoa experiente que nos mostrou como fazer a prova. Tem longa bagagem de corrida de aventura e participa com o marido em duplas em provas de mais de 150k. Fiquei responsável pela parte de “puxar” a galera no pedal, e no trekking/trail administrava a intensidade que deveríamos impor. A Martha foi nossa companheira que iniciou suas atividades em corridas de longa distância e completou o quarteto.

Uma prova muito técnica e impressionante pela diversidade durante todo o percurso. Estratégia e espírito de equipe é o forte dessa competição. Tenho muitas considerações para fazer em relação à essa prova, mas não será nesse post que conseguirei expor tudo. Vale a pena frisar que é um excelente evento e que apoio 100% quem queira investir nele. Vale muito a pena!

Estou pronto para um novo desafio Haka!


Written by Felippe Maranhao

March 8th, 2015 at 10:45 am

Fazendo as malas para o #HakaRace.

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Chegou a hora de fazer as malas para o Haka Race de Socorro. Procurei nesta semana um substituto para o meu lugar, mas não encontrei e fui observando o progresso da minha mão. Por fim, farei-o! Esse é apenas parte do que levo na mochila para a prova de sábado (07), então decidi compartilhar com vocês o que nós levamos na mochila.

Equipamentos indispensáveis como o Garmin, GoPro, Bússola, Salomon (Novo), Capacete, Mosquetão, Pulseira Survival, Kit de hidratação (com Camelbak), Carboidrato em gel, Barrinhas de cereais, etc. Muitas coisas para se levar, mas creio que todas necessárias para 8h de prova (previsto).

Bike tá redonda, roupa para prova lavada, dinheiro no bolso para emergência (evitar cartão de crédito ou débito porque corremos em locais remotos), câmara de pneu para caso fure, bomba para encher, cobertor térmico de emergência, front e back light de bike, entre outras dezenas de detalhes.

Prova de concentração, não de força. Isso é um fato! Não sei se escreverei aqui antes de prova de novo, mas se não escrever, o próximo post será recheado de fotos do antes, durante e depois da prova. Estou ansioso para mostrar todos os detalhes e compartilhar com vocês os “perrengues” que passarei (muito provável por causa da mão) e da satisfação de ter finalizado mais uma prova e um novo desafio. Até mais!


Written by Felippe Maranhao

March 5th, 2015 at 10:43 pm

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Recuperação após 1 semana da queda de bike.

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Hoje, sábado dia 28 de Fevereiro, acabei de tirar essa foto da minha mão. Recuperando da queda de bike há exatos 7 dias atrás. A mão já desinchou e voltou ao tamanho normal. Esse ralado aí que você pode ver foi onde a bike caiu em cima após a queda. O “guidão” bateu na minha mão quando caí parado decorrente do pé preso com a sapatilha “clipada” no pedal. Isso acontecerá com todo mundo que começa a usar sapatilha, digo, é uma queda idiota e normal para toda pessoa que começa a usar sapatilha e esquece que está “clipado” quando para subitamente. Ciclistas experientes já caíram assim. Nosso cérebro precisará de um pouco de tempo para se adaptar às sapatilhas e soltar o pé de forma automática. É apenas uma questão de prática e consequência. (Leia matéria do blog “Bike é Legal” desta semana). Pura coincidência! http://bikeelegal.com/noticia/2185/o-ciclista-e-a-bike-sendo-um-so-com-o-pedal-clip

No começo da semana a minha mão apresentou um inchaço anormal. Fui trabalhar na segunda e a mão estava do triplo do tamanho normal. Fui até o médico e após raio-x que demonstrou que não houve trauma foi constatado uma infecção. Alguma bactéria usou como porta de entrada o pequeno machucado nas “costas” da minha mão. Na segunda-feira (23) minha irmã tirou essa foto abaixo de seu celular enquanto aguardávamos ser atendidos no hospital:

Dá pra perceber o quanto inchou, não?! Então fui instruído a tomar antibiótico e anti-inflamatório e repouso total. Durante a semana tive que tomar analgésico também porque frequentemente as dores voltavam. Não dava para dirigir nem mesmo usar a mão para segurar o garfo durante o almoço. Felizmente o inchaço foi sumindo e as dores diminuindo gradativamente, mas ainda tenho certas limitações de movimentos como fechar a mão por completo. Dói ainda.

O problema é que estou há 1 semana do HakaRace. No dia 07/mar irei pra Socorro fazer a prova em equipe, e hoje quando acordei fui até a minha bike no porão de casa e segurei na manopla e freio. Fiz o movimento de “brecar” e ainda sinto dores quando seguro a bike. Constato hoje que se a prova fosse exatamente hoje, estaria fora. Não há a menor condição física de dar uma volta no quarteirão com a bike, imagina então andar 25k em terreno instável. Não há a menor possibilidade por enquanto.

Tudo ficou bem complicado porque perdi preciosos 3 treinamentos na reta final da preparação e ainda não estou 100%. Creio que minha condição está 75%. Muita expectativa durante essa semana agora que antecede o evento.

A grande questão é que essa prova é um hobby, e eu tenho que encarar os fatos de que eu tenho um excelente emprego, portanto, não vou arriscar uma recuperação e agravar a situação com uma nova lesão na mão. Sou professor de Educação Física em escola de ensino infantil, além de treinador de corrida, então preciso dela para ganhar o “pão-de-cada-dia”. Fiquei afastado por 4 dias em casa sem trabalhar e não seguir as ordens do médico de repouso total é idiotice da minha parte.

Isso custará o meu emprego! Não quero deixar de trabalhar onde trabalho só porque descumpri essa ordem. Vamos ver nos próximos dias como me sentirei, inclusive voltando a trabalhar e usando-a frequentemente.


Written by Felippe Maranhao

February 28th, 2015 at 11:32 am

ProRunning Play: Novas músicas na aba “Setlist”.

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Vou fazer jus ao nome que dei ao App. “Play” porque é possível ver vídeos via YouTube e principalmente escutar música de arquivos que fiz upload. São apenas 5 músicas que coloquei até agora, mas é possível escutá-las e tem como função de sugestões para baixar e colocar em seu player.

Sou amante do rock, então costumo treinar escutando rock pesado para dar o upgrade necessário nas horas “críticas” da sessão de treinamento. Funciona muito bem comigo, mas já escutei casos de pessoas que escutam música clássica nas longas corridas. Cada um com a sua motivação, certo!?

Aos poucos vou colocando uma ou outra música, mas se você tiver sugestões para eu colocar, elas são bem vindas! Aproveite e escute faixas do Judas Priest, Foo Fighters e Social Distortion recém adicionadas.


Written by Felippe Maranhao

February 27th, 2015 at 10:36 am

Posted in PR Soundtracks

Comparando #Forerunner #910XT e 920XT | Comparing #Garmin 910XT and #920XT.

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Em Out/14 foi lançado no mercado o Garmin Forerunner 920XT, o sucessor do 910XT. Algumas pessoas dizem que é para triatletas, mas não é apenas para triatletas. É um relógio multiesportivo, portanto, quem faz mais de uma atividade física aeróbia pode adquiri-lo (ambos os modelos).

Eu entrei no site oficial da Garmin e vi a ficha técnica que compara os dois modelos. Existe diferenças entre eles e as novas programações me agradaram, de verdade! Acho que a característica que mais me agradou, além de todas as características que me agradam no 910XT é o fato de o 920XT ter o relógio como uma de suas funções. O 910XT tem relógio, mas a função é pouco visível e está no canto direito do visor do aparelho.

O 920XT tem todas as funções do 910XT (que não são poucas) e ainda incluiu algumas outras muito importantes como a vida útil da bateria. Dependendo da modalidade que é utilizada, existe diferença entre tempo de recarga. Se utilizado apenas como relógio sua bateria dura até 4 meses. Isso mesmo, 4 meses!

Sério, são muitas características no 910XT, então imagine se eu disser aqui todas essas características e ainda acrescentar a infinidade das novas funções do 920XT. Essa parte eu prefiro deixar que cada interessado acesse as informações na página da Garmin e compare diretamente os dois modelos. Tome nota: https://buy.garmin.com/en-US/US/catalog/product/compareResult.ep?compareProduct=137024&compareProduct=90671

Para quem ainda não conhece nem mesmo o 910XT, comprar ainda o 910XT é uma excelente compra em 2015. Isso é um fato! A grande ideia aqui no Brasil é que as taxas são muito altas de importação, então o sensato a ser feito é adquirir o 910XT com sua infinidade de funções para que quando o 920XT baixar os atuais valores de R$ 2.100,00 (US $ 449.99) você possa tê-lo. Atualmente o 910XT está sendo vendido por R$ 1.700,00 (US $ 339.99).

Chegou a hora de parar de usar aplicativos de celular para correr e treinar igual um profissional!

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Last year was released the new Garmin Forerunner 920XT, sucessor model 910XT. Some people say it is for triathletes, but it’s not for triathletes only. It’s a multisport watch, so, if you practice more than one sport, you can get one for you.

I was checking the official Garmin website and I saw the features of both models. There are differences between each model and I really like the new features of 920XT. The most difference between both models than I liked is the possibility to use the model as a watch, just like that.

The 920XT got the same features of 910XT, so, imagine you hear from me all the features of 910XT and put a lot of new features in the 920XT. That’s the new Forerunner! In my opinion the battery life is a great feature on 920XT, more than 910XT. You can use the watch before, during and after workout. It’s a good point of view to tell you if you wants to buy one.

You can check all the informations, I mean, you can compare each other on Garmin official website: https://buy.garmin.com/en-US/US/catalog/product/compareResult.ep?compareProduct=137024&compareProduct=90671

If you don’t know the 910XT yet, you may buy it because it’s a pretty awesome running partner, believe me! I bought my own 910XT one year ago and I didn’t use all the features. Here in Brazil it’s too dificult to get watchs like this. We pay much taxes and we prefer fly straight to USA and buy eletronic stuffs there. Here we pay the double of the price in both models.

You can wait Garmin release a new model next year and buy the 920XT with less price. It will be the old one someday. Lol.

Do not download running Apps anymore. Go run like a pro!


Written by Felippe Maranhao

February 26th, 2015 at 10:16 pm

#GarminConnect para registro de dados de treinamentos.

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Há cerca de 5 anos atrás quando comecei a trabalhar com corrida, recém-formado em Educação Física, tinha ambições em relação à prestação de serviços relacionados a treinamentos desportivos. Nós profissionais de Educação Física e de Esportes em geral aprendemos em nossa graduação que devemos dar um suporte técnico aos nossos alunos, e o registro de dados dos treinamentos é uma ótima forma de ter parâmetros para sequência de planilhas de treinamentos de corrida, ciclismo, natação, etc.

Tenho até hoje as minhas planilhas impressas dos primeiros alunos e tinha muito orgulho de usá-las. Mas o tempo passou, e hoje ninguém mais usa. Nem mesmo tablets ou na época o já obsoleto palm top, lembram?

O negócio agora é no celular para a grande massa de novos corredores com os Apps da Nike e o RunKeeper (não tão conhecido no Brasil, mas grande sucesso nos EUA). Esses aplicativos são ótimos para fidelizar temporariamente o novo corredor. Para os corredores mais experientes e com mais disposição de desembolsar um dinheiro para investir nos esportes, tem o Garmin e o Polar. Faz tempo que eu não acompanho as novidades da finlandesa Polar, mas provavelmente deve estar equiparada ao Garmin.

Eu tenho um Garmin e frequentemente eu faço o upload dos meus treinos do dispositivo (910XT) para o meu PC. Essa figura acima é o display da página de armazenamento de dados dos treinamentos do já atualizado Garmin Connect. Tem absolutamente tudo o que um jovem educador físico sonhou em disponibilizar para seus alunos. E digo mais, eu fico tão impressionado que eu mesmo perco horas mexendo no relógio e mexendo no programa online do Garmin.

Na minha opinião não tem igual e quero poder usar mais ele para trabalhar e mostrar como é possível simples usuários acompanhar de forma fácil os progressos nos treinamentos. É uma rede social privada para usuários de Garmin, então podemos nos conectar como no Facebook e participar de grupos que formarmos. Eu não deixei de fazer o meu grupo da ProRunning, claro.

Não deixe de avisar se você tiver uma conta no Garmin Connect!


Written by Felippe Maranhao

February 25th, 2015 at 9:59 pm

Buscando novas motivações para superar grande desafio.

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Bússola C Quechua para corridas de aventura / trekking.

Conversando com a tutora da equipe ProRunning da prova do Haka Race pela manhã, tentei ser o mais sincero possível em relação ao meu condicionamento físico atual e a queda de confiança para a prova do dia 07/mar. Após o incidente com a bike no último sábado é natural que a gente fique com receio de se machucar até realizar o próximo treino “intacto”, mas isso é um trabalho psicológico que todo esportista passa um dia.

O meu receio maior é prejudicar a equipe no desempenho por não finalizar um ciclo de treinamento adequado agora nas últimas semanas (menos 4 treinos), mas como é sempre bom escutar alguém nos dando apoio eu decidi não abandonar a prova. Vai ser muito difícil na parte física, mas a tutora me garante que vou me sair bem por ter experiência em provas de resistência e, principalmente motivação psicológica. Esse é o momento que constato que a superação virá da motivação que há dentro de mim.

Com a recuperação completa da minha mão até sexta, consigo mais confiança no final de semana sem sentir dores e faço a última semana de treino na segunda e na quinta. Faço um treino de baixa intensidade e alto volume na segunda e quinta complemento-a com corrida. Bike somente no dia da prova, infelizmente. O engraçado é que o retorno à bike será somente na prova. Superar as expectativas!

O problema de sempre ter organizado os planos de treinos há anos é sentir que vou pra prova de forma um pouco amadora, sem um reconfortante sentimento de que vou sobrar na prova. A vulnerabilidade de estar em casa em frente ao computador ao invés de estar na rua suando a camisa me deixa com essa insegurança, mas vou recuperar o meu espírito desportivo que me ajudou a finalizar difíceis corridas como meia-maratona, corridas trail e triatlos.


Written by Felippe Maranhao

February 25th, 2015 at 2:42 pm

2o treino: Nenhum osso quebrado!

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Esse é o resumo do segundo treino do meu programa. Ainda bem que aconteceu cedo, porém, prejudicou mais ainda a prova do dia 07/mar. As demais do dia 17/mai e 30/ago não serão afetas. Isso porque não houve nenhum osso da mão quebrado, mas tive folga forçada de 5 dias. São 5 dias de molho (repouso total) e 3 importantíssimas sessões de treinamentos para as últimas semanas que antecedem o Haka Race.

Tudo porque eu caí na pilha da tutora que disse que bike é essencial para as provas do Haka, então troquei meu treino de corrida pelo de bike. No sábado fiz uma má escolha de treinar 40k de bike no parque do Ibirapuera. Lá definitivamente não é local pra treinar bike aos finais de semana. É muito congestionado o trânsito de pedestres lá, apesar deste não ter sido o real problema pra mim.

Cheguei às 8h pra treinar sem maiores dificuldades de pessoas atravessando a pista de ciclismo, mas o fato de ter encontrado um amigo correndo no momento do meu aquecimento me fez parar a bike e cumprimentá-lo. Porém, foi tão rápido ter parado que esqueci completamente que estava “clipado” no pedal. Estava de sapatilha e no câmbio mais “pesado”, então encontrei meu amigo e saí da ciclo faixa, mas quando parei não consegui “desclipar” porque havia esquecido completamente da sapatilha (quem nunca caiu parado de pedal clip que atire a primeira pedra!). Quando parei que percebi que não ia colocar o pé no chão, tentei pedalar de novo, mas o câmbio estava no “pesado” e não obtive sucesso. Resultado: chão!

O problema é que não só caí no chão, mas quando apoiei a mão no chão o “guidão” da bike caiu em cima da minha mão com todo o peso do meu corpo em cima. Foi uma dor insuportável e a certeza de que havia quebrado algum osso da minha mão direita. O treino tinha ido pro “saco”, o que foi uma decepção muito grande. Tentei subir na bike, mas a mão estava sem força e não conseguiria “brecar” caso houve outra parada inesperada. Então a corpo foi ficando frio enquanto aplicava gelo e realmente percebi a gravidade do problema.

Fiz o raio-x, mas não quebrei nada. Tomando anti-inflamatório e analgésico, mas ainda sim muito inchaço. Por fim voltei pro hospital e constataram uma infecção por alguma bactéria. A porta de entrada foi o pequeno ferimento nas “costas” da mão aonde o manopla da bike bateu.

Week OFF! Antibiótico, anti-inflamatório e analgésico, além de repouso total. Ontem fui passar os treinos no ibirapuera de corrida para o pessoal e ficou muito desapontado por não poder fazer absolutamente nada. Isso demonstra o quanto a corrida e o ciclismo se tornou parte do meu dia-a-dia e da minha diversão e, também o quanto estou focado em melhorar minha performance nas provas que escolhi participar. Vai ser difícil o Haka!


Written by Felippe Maranhao

February 24th, 2015 at 10:33 am