Capacete Hardshell Pro-Tec para bike.

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Para os “rolês” de bike um pouco mais hard, os capacetes estilo “coquinho” estão cada vez mais utilizados pelos ciclistas urbanos. Para fazer Mountain Biking ainda a melhor opção são os capacetes com melhor ventilação e aerodinâmica, mas os amantes de esportes radicais acabam utilizando seus capacetes multi-esportes para andar de bike também. É o caso dos skatistas que aproveitam o acessório. Mas quem pensa que este capacete é apenas para skate ou patins está redondamente enganado, porque não podemos esquecer os praticantes de BMX (bicicleta menor que a MTB utilizada para manobras radicais).

Pesquisei durante meses qual o modelo compraria e escolhi o Pro-Tec por razões óbvias: conforto e segurança. Encontrei o modelo ideal para o tamanho da minha cabeça (57-58 cm). Esse é o modelo “Hardshell” 2-Stage. Ele é comercializado como tamanho “L” (Large) nos EUA, mas existem outros modelos da mesma marca que podem ser encontrados com tamanho superior à esse.

Um dos motivos que me fez adquirir um capacete “coquinho” foi poder colocar o suporte da GoPro (3M) na parte superior do capacete. Sendo assim poderei filmar minhas pedaladas pela cidade e pelas trilhas que estou programando para as minhas férias. Com uma superfícies mais ampla do que os capacetes de MTB (com menos pontos de ventilações), pude colar o suporte. Mas acho importante frisar que para ficar bem fixo em sua superfície utilize o suporte com formato côncavo. Veja na foto abaixo:

Assim as pontas do suporte ficaram perfeitamente encaixadas no capacete. Agora com o suporte fixo não há porque me preocupar com a câmera. Uma vez fixada, não cairá durante qualquer tipo de movimento ou trepidação, garantia que tenho de ter o mesmo no capô do meu carro e não ter tido nenhum problema em estradas e grandes velocidades.

Chegando as minhas férias em Dezembro poderei colocar em prática uma programação de “rolês” de bike pela cidade e até mesmo fora dela. Vou filmar em vários ângulos para fazer um vídeo amador e colocar no YouTube. Fiquei animado depois de assistir um documentário chamado “Life Cycles Film” que pode ser visualizado no Vimeo e YouTube. Para mim o melhor documentário de filmes radicais que já assisti até hoje, afirmando para mim mesmo minha preferência por bike entre tantos esportes radicais. Não deixe de dar uma olhada e afirmar para si mesmo!

Personalizando meu capacete.


Written by Felippe Maranhao

November 26th, 2014 at 11:05 pm

As 6 Maiores Maratonas do Mundo: #ChicagoMarathon

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Integrante da World Marathon Majors, a Maratona de Chicago ou Bank of America Chicago Marathon (patrocinador), é disputada desde 1977 com apenas uma interrupção em 1987 por falta de patrocinador. Alguns recordes mundiais já foram quebrados na maratona e na última edição cerca de 37.000 participantes (dos 40.000 inscritos) terminaram a prova.

Faz parte das 6 maiores maratonas do mundo e entre as 6, 3 são norte-americanas: Chicago, Nova Iorque e Boston. São 29 distritos que são percorridos nos 42k da maratona podendo assim ver os modernos aranhas-céu da cidade de Chicago, algo que têm sido muito atrativo para as pessoas que procuram minuciosamente provas em metrópoles com visual inspirador para aguentar a prova e terminá-la.

Um dos monumentos inspiradores da cidade é o The Bean, escultura em formato de feijão. Minha noiva esteve lá recentemente e disse que a escultura foi feita com a possibilidade de ver cada ponto da cidade de Chicago através de seu reflexo e que não há pontos de intersecção entre peças em toda a escultura, ou seja, como se ela não tivesse sido feita por partes, mas sim como um todo. Realmente é uma escultura linda em um local lindo! Não sei se o percurso da prova passa ao redor do The Bean ou pela Cloud Gate (outro ponto turístico), mas caso não passe perto a possibilidade de visitar tais locais pode ser feita antes ou depois da prova aproveitando assim o que a cidade tem a oferecer.

Vale a pena colocar na lista de provas que devemos fazer antes de morrer!


Written by Felippe Maranhao

November 16th, 2014 at 1:24 pm

Treinamentos de corrida em baixa e/ou alta altitude.

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É difícil falar sobre esse assunto sem mencionar o mínimo de informação científica. Vou tentar, mas tenho que falar que as adaptações ocorridas fisiologicamente são fundamentais para entender o “bem-estar” que sentimos quando vamos correr no litoral, por exemplo.

Correr no nível do mar é bastante confortável para quem mora subindo a serra. Não é apenas um dia milagroso de descanso e repouso total do seu corpo que ocasionou à uma performance invejável naquele treino ou competição, mas sim as elevações da Eritropoietina (EPO) que morar acima do nível do mar ocasiona em nosso organismo (quanto maior a altitude, maior os níveis da EPO). As elevações da EPO aumentam a massa das células vermelhas no sangue – otimizam o transporte de oxigênio para os tecidos do corpo.

Procurei estudos científicos para ler um pouco mais sobre essas adaptações que ocorrem em nosso organismo, mas a maioria dos estudos referem-se à altitudes muitos elevadas do nível do mar, como se fizéssemos uma relação Brasil-Bolívia (ou Peru). Ainda que não haja estudos científicos específicos na net sobre Rio-São Paulo ou Santos-São Paulo, é um fato que essas adaptações realmente ocorrem mesmo sendo em menor escala e talvez para alguns esportistas irrelevante.

Não no meu caso que corri diversas vezes no litoral e monitorei meus treinos e provas e constatei uma melhora significativa em todas elas. Para quem já fez corridas semelhantes em distância mas diferentes em níveis sabe do que estou falando e sabe do quão confortável é correr no nível do mar quando se faz a mesma intensidade com muitos mais metros acima.


Written by Felippe Maranhao

November 14th, 2014 at 3:26 pm

Como escolher a calha correta para levar sua bike no teto de seu carro.

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Eu tirei esta foto da calha recém-colocada no teto do meu carro. É um modelo da Eqmax muito visto nos carros pela cidade, senão o mais visto por ser o mais comprado. Preço acessível em relação aos outros (R$ 200,00 no MercadoLivre. Os demais custam mais de R$ 400,00).

Muito fácil de instalar, mas é necessário alguns cuidados básicos na compra do Rack antes de comprar a calha. Comprei um Rack diretamente de uma loja de som e acessórios, então desconheço a marca apesar de ser muito bom. Pedi que colocassem um Rack com o modelo mais rente ao teto, então esse foi o primeiro empecilho na hora da instalação da calha – quase não entra e quase amassei o teto na hora de parafusar. Então a recomendação de usar uma calha Eqmax em um Rack da mesma marca é real, assim como os demais fabricantes.

Após instalado veio o segundo empecilho: a minha bike é aro 29, então o garfo da calha que prende-se ao quadro da bike não chega, ou seja, a bike é maior que a calha na altura. A largura ficou perfeita, mas realmente fiquei frustado com isso porque só testei a bike após a aquisição da calha. Neste meu caso específico eu terei que retirar a roda da frente todas as vezes que quiser colocar a bike na calha. Não era a minha ideia, porque minha bike é freio à disco hidráulico, então ficar retirando a roda pode causar alguns desajustes caso eu não recoloque adequadamente. Não era a minha intenção ficar fazendo isso, mas é necessário caso queira transportar a bike em viagens ou semelhantes.

A minha dica então é procurar outras marcas com um garfo de calha maior que a Eqmax (caso tenha uma bike aro 29 como a minha) ou garfos com extensão para ajustar-se à bike. Vou procurar saber como as calhas da marca Thule se ajustam às bike e se vale a pena pagar a bagatela de R$ 800,00 por elas. Talvez se existe esse sistema nelas, vale a pena realmente pagar mais para ter menos dor de cabeça.


Written by Felippe Maranhao

October 16th, 2014 at 10:12 pm

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Folha.com: ‘A guerra das ciclovias’ – Nova Iorque / São Paulo.

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Na reportagem da Folha.com chamada “A guerra das ciclovias” de Marcos Augusto Gonçalves, há uma análise crítica do governo norte-americano do Prefeito Bloomberg sobre as investidas nas ciclovias e ‘plazas’ implementados a partir de 2001, quando foi eleito pela primeira vez na cidade de Nova Iorque.

Hoje é unânime que todo o nova-iorquino aprova as investidas do prefeito, porém, há muito assunto que deve ser discutido nas implementações aqui em São Paulo – que já gera muitas críticas pelo início das obras dos prometidos 450km de ciclovias na capital.

Leia atentamente essa reportagem e comece a formar sua opinião sobre as ciclovias na capital paulista:

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcosaugustogoncalves/2014/09/1516574-a-guerra-das-ciclovias.shtml


Written by Felippe Maranhao

September 29th, 2014 at 10:35 pm

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Pedal/Sapatilha para Mountain Bike.

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Enquanto montava a minha bike eu fui pensando em novas possibilidades que eu não havia utilizado ainda na MTB anterior. Umas das coisas que não tinha colocado na minha bike anterior era a sapatilha com pedal. O interessante disso tudo é que eu achei um meio termo para pedal tradicional e pedal com sapatilha. Escolhi um modelo de pedal da Wellgo que de um lado é clip e do outro é um pedal para se usar com tênis normal.

É bom para quem gosta de usar sapatilha nas pedaladas de longas distâncias e se caso queria dar uma volta rápida, como ir à padaria, é possível usar um tênis normal. Assim não há muito trabalho em usar a bike para diversas funcionalidades.

A marca da sapatilha que comprei é da Lake. Tradicional marca do seguimento e que pode-se investir nas sapatilhas sem medo.

Essa característica da minha nova bike é muito interessante mesmo e achei legal compartilhar essa informação caso esteja montando uma Mountain Bike nova.


Written by Felippe Maranhao

September 29th, 2014 at 9:55 pm

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Suporte para GoPro – Bike.

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Agora com bike nova a ideia é explorar ao máximo as fotos que vou tirar enquanto faço meus “rolês”. Com o ingresso nas corridas de aventura e a utilização de capacete para ciclismo, canoagem e rapel, fica muito mais fácil levar minha GoPro para tirar fotos e fazer vídeos de ação. Sempre tive o problema de levar a GoPro nas minhas corridas por não querer carregar muitas coisas e isso tornar um incômodo durante a corrida, mas com a obrigatoriedade da utilização de capacete e tendo a bike para colocar suporte, a história é outra.

Existe modelos de suporte como este na foto acima que é um grampo (como se fosse um pregador de roupas) e o meu suporte que é chamado de handlebar (para tubos | foto abaixo).

O suporte pode ser colocado em qualquer local da bike que tenha como base um formato tubular, portando, selim, guidom, garfo e quadro são os locais em que pode ser colocado o suporte (ou seja, a bike inteira!). Além do suporte pode ser colocado outros suportes acoplados que tenham uma flexibilidade tipo dobradiças, girando a câmera para a esquerda e direita, frente e trás. O controle remoto que vem no modelo Hero Black Edition pode ser ajustado ainda no guidom ao lado do freio ou câmbio com a fita de velcro que vem junto com seus acessórios de fábrica. Dessa forma a captura de imagem fica mais acessível com o controle na bike e não no bolso.

Ainda para usar a GoPro e aproveitando a obrigatoriedade do capacete, ao invés de utilizar capacetes tradicionais de mountain bike, há modelos da Kraft que são do tipo “coquinho”, mas para bike mesmo. Há menos pontos de ventilação, mas sua superfície é mais rígida sem perder muito a leveza de um capacete de bike. No caso de uma corrida de aventura como há mais esportes envolvidos, sua utilização é mais funcional não somente para ciclismo. Aproveitando esta oportunidade, podemos colocar um suporte para GoPro com base de fita 3M que vem no kit da câmera de fábrica e pode ser adquirido também separadamente por preço muito acessível.

Este é o capacete que eu estou pesquisando para comprar da marca Kraft. Há uma superfície com possibilidade de colar o suporte da GoPro e ainda fazer uma propaganda da ProRunning colando uns adesivos nas laterais do capacete. Fica legal para tirar fotos e filmar com a GoPro e também para sair nas fotos e fazer um merchandising básico.


Written by Felippe Maranhao

September 17th, 2014 at 10:38 pm

MTB #Orbea Satellite + Shimano XT.

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Demorou um pouco mais de 2 anos, mas essa será a minha nova bike na próxima semana. Escolhi uma Orbea Satellite 2013 (zero km) que já namorava há várias semanas, só não sabia se queria a azul com preta e cinza ou esta vermelha, preta e branca. Eu ando de bike desde que me conheço por gente e ser furtado há 2 anos atrás foi um baque. Eu não tinha pretensões de comprar uma bike nos próximos anos porque a que eu tinha, apesar de ser bem inferior à esta Orbea, era uma bike montada para durar a vida toda. Deve ter sido desmanchada já ou está enferrujada em algum fundo de quintal.

Na época em que fui furtado dentro do quintal de casa eu estava treinando forte corrida, natação e dava as minhas voltas de Mountain Bike pela cidade fazendo ciclo turismo (denominação para quem anda de bike sem cunho de treinamento), e andar de bike é algo que não podemos deixar de fazer na vida. Na época eu estava meio apertado de grana, então tornou-se um sonho um pouco distante de ter outra naquele momento.

Mas o tempo passa e está aí, a bike tá prontinha pra começar a dar várias voltas comigo. Tava brincando com a minha noiva dizendo: “…tenho muitos planos para nós dois – eu e a bike!…”

Sem brincadeira, é um sentimento que se renova. Ter a possibilidade de colocar um capacete e andar sem rumo pela cidade. Ir trabalhar de bike, andar nas ciclo faixas da cidade e até mesmo aprimorar o condicionamento físico em todo o contexto de andar de bike. Só que pra essa eu tenho planos mais ambiciosos, por isso escolhi exatamente este modelo. Ela irá para a estrada de terra nas corridas de aventura em 2015.

A Orbea é uma bike importada da Espanha, com câmbio Shimano XT (apta para competições – um nível abaixo do modelo XTR). Duas novidades da Orbea para a minha antiga GTK é o freio à disco que eu não tinha na antiga e o travamento da suspensão dianteira com acionamento no câmbio (do lado pra falar a verdade). Isso será fundamental para otimizar a performance quando o assunto for competição.

Agora começou aquela fase de pesquisar peças para colocar nela, assim como vestuário e acessórios. Semana que vem ela estará aqui em casa para eu fazer um “ensaio fotográfico” e postar as fotos dela aqui no post. Essa foto eu tirei dela ainda na parede da bicicletaria a 3 metros de altura pendurada à parede. Não vejo a hora de andar com ela!

Essa era a minha GTK que rodei muitos quilômetros com ela. Pouco mexi nela por ser uma bike com ótimos componentes. Câmbio Shimano Altus que em 3 anos andando com ela nunca tive que fazer nenhuma manutenção (lógico que sempre cuidei bem dela). Coloquei apenas as barras laterais do lado da manopla de ferro (agora colocarei de alumínio na Orbea), pedais tradicionais de plástico, velocímetro, bolsa para levar ferramentas e câmara de ar em baixo do banco, back light e front light e 2 suportes de garrafinha.

O que troquei nela quando a comprei foram os pneus de fábrica para pneus slick. Menos aderência no asfalto. Para a Orbea colocarei as barras laterais de alumínio, pneus para terra (sem ser slick), back e front light (obrigatórios), apenas um suporte de água porque começarei a utilizar camelbak (mochila de hidratação), sapatilhas com presilhas nos pedais e por fim, colocarei um alforge traseiro para pedaladas de longas distâncias (parte dos meus novos planos de utilização da bike: ir para outras cidades pedalando).

O que é um Alforge? Alforge de bike é o bagageiro que colocamos atrás e/ou na frente da bike. Ótimo acessório para longas pedaladas (acima de 40km). Ilustração retirada de um antigo post que fiz aqui no blog sobre bagageiros de bike.


Written by Felippe Maranhao

September 14th, 2014 at 1:47 pm

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Ciclistas devem se comprometer com o trânsito e sua própria segurança.

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Foto tirada durante viagem aos EUA em Janeiro deste ano. Fiz questão de mostrar à todos o comprometimento do norte-americano com a coexistência entre carros e bikes (Times Square – NY).

Engraçado como são as coisas, eu aqui vindo questionar a atitude de um ciclista no acidente que sofremos na quinta-feira (11) no estacionamento do Parque Ibirapuera em São Paulo. Isso mesmo meus caros, eu de carro e um ciclistas nos chocamos e por pouco não houve ferimentos graves.

Todas as segundas e quintas eu vou até o Ibira treinar e trabalhar, então conheço aquele local como a palma de minha mão e sei bem aonde devemos andar, digo, aonde somos pedestres, ciclistas e motoristas (moto ou carro). Para quem não tem o hábito de ir até o Ibirapuera é importante saber que os ciclistas tem seu próprio território (com justiça). Há uma ciclo-faixa que atravessa todo o parque e nós sabemos bem que há ciclistas (assim como pedestres e motoristas) que abusam do direito e são até mal educados muitas vezes, mas relevamos porque estão em seu devido lugar (atravessar a ciclo-faixa exige muita atenção – há muitos acidentes durante a semana por lá).

Pois bem, enquanto estava estacionando meu carro no ESTACIONAMENTO em frente ao MAM, procurava as vagas andando no máximo a 10km/h quando de repente um cara com sua bike se choca na diagonal com o meu carro (pára-lamas dianteiro) e literalmente aparece no pára-brisas do meu carro. A bike voou por cima do espelho retrovisor e o cara também voou logo em seguida na mesma direção. Na hora eu pensei: “matei o cara!”

Não me perguntem da onde apareceu, porque não sei te responder como! Eu estava logo atrás de um carro e entre os dois carros não havia nem 2 metros de distância, então não havia espaço para algum ciclista atravessar entre nós e cogitar a possibilidade de não se machucar. Típico de inexperiente andando de bike, afinal, o cara não estava usando capacete, não havia lanterna dianteira e traseira na bike e conforme relatos do próprio ciclista, ele estava procurando um amigo para ir embora e falava no celular (possivelmente falava ao celular enquanto andava de bike também).

O resultado final foi um cara jogado no chão e uma Trek com a roda dianteira destruída. Não aconteceu absolutamente nada com o cara, apenas um arranhão no joelho, mas ele mesmo disse que faltou centímetros para bater a cabeça no chão após cair do capô do meu carro.

Cara, uma cena assustadora para nós motoristas e só fiquei aliviado quando vi que não tinha acontecido nada com o cara, mas convenhamos, o que aquele cara estava fazendo alí??? Não há postes de iluminação nos bolsões de estacionamento onde coloco o carro, então uma bike não devidamente sinalizada e um ciclista andando de forma imprudente causou um acidente. Pequeno, mas um acidente.

Depois o cara me falou que era a segunda vez que andava na bike. Comprou em menos de 1 semana.

Defendi e defendo ciclistas porque sou um ciclista também, mas não podemos esperar só que os carros respeitem os ciclistas. Os ciclistas devem ter suas responsabilidades de se manter seguro e assim manter os demais pedestres seguros também. Quer levantar a bandeira de ciclista ativista? Respeite os locais de locomoção para não se machucar.


Written by Felippe Maranhao

September 13th, 2014 at 2:48 pm

Pulseira de velcro pra Garmin 910XT.

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Essa semana estava conversando com um amigo do trabalho sobre modelos de relógio/gps no mercado e falávamos cada um sobre o seu respectivo relógio. Fiz uma busca no Google para mostrar o modelo do relógio 910XT Forerunner e achei várias fotos com a pulseira de velcro. Eu realmente não sabia que tinha outros modelos de pulseiras para comprar, então fiquei surpreso pelo modelo e se realmente era confortável.

O modelo de fábrica é bastante confortável e a ventilação é ótima, mas como é um relógio bastante grande, pode não ficar tão ajustado ao punho. É normal eu treinar e ter que ficar arrumando ele no braço de 5 em 5min. Então não resisti e comprei no MercadoLivre. É um relógio importado, portanto, seu componentes também são. Não é possível achar por menos de R$ 100,00 devido ao câmbio, então garimpar demais não vai surtir muito efeito econômico.

É uma pulseira bem simples, apenas com uma tira que é colocada na porte superior do relógio e um pequeno suporte na porte inferior onde a pulseira fica atada. Retirei a pulseira de borracha tranquilamente mas tive muita dificuldade de colocar o pino que prende-a na porte inferior (perdi horas tentando), mas consegui finalmente e a pulseira ficou muito bem no relógio. Essa pulseira será muito útil para colocar o Garmin na bike por exemplo e ergonomicamente o relógio fica melhor na anatomia do punho (importante frisar que a pulseira se ajusta perfeitamente de acordo com o braço).

Não acho que seja melhor pra nadar porque a outra pulseira é de borracha e tem vários furos para não reter água, então ambas as pulseira tem seus prós e contras. É importante ter as duas.

É recomendado que a pulseira seja utilizada para pessoas com até 16cm de diâmetro de circunferência de punho. Mais que isso será dinheiro jogado fora! Preço encontrado no MercadoLivre é de R$ 155,00 (SP) e R$ 100,00 (RJ), mas o vendedor do RJ não é confiável conforme o próprio site analisa. Vale a pena pagar um pouco mais para ter a encomenda em casa no prazo e sem problemas.


Written by Felippe Maranhao

September 13th, 2014 at 2:12 pm

Posted in Tecnologia

Fotos da Meia Maratona do Rio em 3 diferentes sites.

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Como você pode ver, a expressão corporal diz tudo: cansaço! Pela bermuda molhada e pela postura não tão correta já dá pra perceber que eu estava bem cansado nessa hora, provavelmente por volta do 15ºkm. O calor foi de matar como de costume no Rio de Janeiro no dia da prova.

Mas não vamos falar sobre isso mais uma vez e sim falar que as fotos já estão disponíveis em 3 diferentes sites: Webrun, FocoRadical e MídiaSports. As minhas ficaram “melhores” na Webrun, mas é possível fazer o download de boas fotos nas demais.

A vantagem da Webrun é que por 3 fotos é possível pagar R$ 49,00, sendo que avulso você pagará R$ 20,00. Vale a promoção para ter um registro de um bela prova e de todo o esforço que foi feito na prova e nos treinos. É muito difícil sairmos fotogênicos neste momento, então não se importe muito com sua pose e compre sua foto para mostrar para seus amigos.

Procure-as diretamente nos sites que mencionei e faça a busco pelo número de sua inscrição. Se não houver registros, vá até a área de fotos não identificadas e tente se achar por lá.


Written by Felippe Maranhao

September 5th, 2014 at 12:11 am

Posted in Corrida,Outros

Adventure Racing.

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Quando nós começamos a correr 5k tudo é muito fácil para ingressar às competições de nossa cidade e até mesmo de cidades vizinhas. Treinamos para a distância, compramos um tênis ideal e ingressamos à classe de corredores de rua. Isso continua acontecendo com os 10k, porém, com um pouco mais de dedicação nos treinamentos.

Quando ultrapassamos a barreira dos 20k tudo muda para algo mais complexo. Tenho a experiência de ter participado de fast-triathlon e triathlon olímpico. Talvez eu poderia ainda estar participando da modalidade se não tivesse tido minha bike roubada em 2012, mas acabei desencanando um pouco da modalidade para esta fase da vida. Parei de treinar natação que era o meu mais forte na época e projetei e continuo projetando o triathlon para daqui há alguns anos ainda (uma vez triatleta, sempre um triatleta).

Foquei mais nas corridas. Fiz a minha primeira corrida trail este ano e oficializei uma Meia Maratona, então o pique voltou maior do que nunca para as provas de longas distâncias. Essa ideia toda porque tenho que começar a programar as provas que pretendo participar em 2015. Essa larga programação tenho que fazer porque os novos desafios que estou em mente dependem de uma estrutura muito bem montada, não apenas agora de estrutura de treinamentos.

Acho que chegou a hora de invadir as provas de aventura. Adventure Racing agora tornou-se meu novo foco, portanto, hora de programar os gastos e investimentos para chegar em 2015 com tudo em ordem. As modalidades básicas de uma corrida de aventura são Trekking, Mountain Biking, Canoagem e Vertical.

Tenho conversado bastante com amigos sobre os investimentos e essa é a hora certa de fazer, afinal, esse é o novo desafio. Então periodicamente farei pesquisa de materiais e utensílios da modalidade e vamos montando um equipe e dando uma nova cara para os treinos diários.


Written by Felippe Maranhao

September 3rd, 2014 at 11:00 pm

Posted in Adventure

Recrutamento de corredores para Maratona de Revezamento Bertioga-Maresias.

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Chegou a hora de montar a equipe para a terceira e última prova do calendário da ProRunning. Agora são 75k no litoral paulista que pode ser percorrido por apenas 1 pessoa, 3 pessoas, 6 ou até mesmo 8 pessoas. Esta trail running já é bem conhecida do pessoal da modalidade, então a prova costuma ter muitos participantes por ser uma prova com visual bastante agradável.

Estou montando a minha equipe e gostaria que mais 7 pessoas estejam lá comigo dividindo os 75k e correndo para uma equipe, não somente para nós mesmos. Interessados vão me avisando pelo Facebook que assim vamos acertando os detalhes de inscrições, locação de veículo de apoio e acomodação.

Nessa semana eu posto mais informações do regulamento da prova, entre outros detalhes.


Written by Felippe Maranhao

September 3rd, 2014 at 10:19 pm

Posted in Corrida,Guia Fitness

Minha chegada na XVIII Meia Maratona do Rio.

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A organização da prova deixa uma câmera de vídeo funcionando em todo o período da prova e inclusive câmera fotográfica para registrar momento a momento a chegada de cada participante. Veja como é legal ver nossa própria chegada na prova.

A partir do 17″ da filmagem eu apareço dando o sprint final para terminar a minha participação. Estou no lado direito do vídeo de camiseta branca e óculos escuros. Mexo no relógio quando chego para marcar meu tempo.


Written by Felippe Maranhao

September 3rd, 2014 at 8:54 pm

Posted in Corrida,Tecnologia

XVIII Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro.

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Não há palavras para descrever as belezas naturais do Rio. Estive lá em 2007 e só fiquei no bairro da Barra da Tijuca, mas desta vez pude não só apenas conhecer o Rio (ou a maior parte dele) como realizar uma prova sensacional. No dia do meu aniversário (31/08) pude correr a Meia Maratona Internacional e realizar um sonho recente. Desde que comecei a correr e trabalhar quis realizar um evento deste quilate e a distância apenas havia feito em treinamentos. Nunca oficial.

Algumas horas antes da largada da prova

Tive o cuidado de me preparar como costumo treinar meus alunos. Determinei meus objetivos e esta prova era uma delas para o ano de 2014. Treinei durante 3 meses (sem mais distâncias nem menos, apenas para esta modalidade) e com responsabilidade evitei lesões e corri conforme meu corpo aguenta. Por não estar fazendo musculação senti mais do que meus amigos que treinam junto, então percebi mais uma vez que realizar o treinamento de força é indispensável (não é novidade para ninguém, certo!?). O dia-a-dia no trabalho não me possibilitou a isso, mas sei que para os próximos objetivos que estou traçando para 2015 não há mais desculpas.

Meu planejamento era de terminar a prova em 2:30:00. Fiz em 2:26:16 (marcado no Garmin) e 2:29:44 (marcado no cronometro da prova). Por mais que tenha dito que meu tempo seria 2:30:00, realmente cheguei a pensar que faria em 2:15:00 ou até mesmo 2h durante a prova pelo ritmo que impus e pelo conforto nos 3/4 da prova, porém, desde o início mantive um ritmo baixo porque sabia que nos últimos 5k isso faria muita diferença.

Fez tanta diferença que se eu não tivesse mantido um ritmo teoricamente baixo durante toda a prova talvez não teria terminado-a. O calor foi tão forte que realmente a aclimatação foi o ponto negativo de todo o planejamento nos 3 meses.

Minutos antes da largada – São Conrado (Morro/Pedra da Urca)

Amigos treinadores já me disseram sobre o forte calor da época, mas os tempos para treinar não ajudaram. Treinei de noite e o que mais senti foi o calor mesmo. Basicamente os 4 últimos quilômetros foram percorridos com muita força de vontade e administração psicológica. Realmente a hidratação e o visual fez a diferença para poder ganhar a medalha.

Não tenho do que reclamar da prova e de toda a estrutura montada para o evento. Tudo perfeito! O que tenho a dizer para quem tem dúvidas em fazê-la, simplesmente faça-a!

Agora é oficial e tenho um check para os 21k.

Estou aguardando a postagem das fotos oficiais da prova e se conseguir alguma postarei o mais breve possível. As fotos que tirei estão em baixa resolução porque tirei com meu celular mesmo. Ainda farei a prova com a GoPro e montarei um vídeo um dia promovendo esta linda prova da cidade maravilhosa. Um excelente presente de aniversário para os meus 30 anos e um presente para nós profissionais de Educação Física.

A medalha


Written by Felippe Maranhao

September 1st, 2014 at 11:17 pm