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Peru é um destino obrigatório para quem está procurando novos desafios para trekking.

Os amantes de trekking e montanhismo que estão procurando um novo local para se aventurar pode considerar visitar o Peru que a surpresa será grande.

Semana passada fui viajar com a esposa e um casal de amigos para conhecer o Vale Sagrado, local onde está localizado a famosa Machu Picchu.

Trazer esse assunto para o blog tem uma desculpa plausível. É a viagem que te tira da zona de conforto quando a intenção é subir as grandes montanhas dos Andes. Fiquei impressionado com os níveis de dificuldade para os visitantes, uma vez que a altitude atinge os 3.500 metros em passeios como Pisac, uma das ruínas que foram construídas pelos Incas.

A viagem se torna aventureira de acordo com a vontade do atleta. Dá para enfrentar grandes desafios subindo as ruínas e manter um nível de condicionamento físico elevado, caracterizando assim um treinamento em trilhas Incas de nível avançado.

Há níveis de dificuldade para todos, então é possível sim viajar em grupos heterogêneos e agradar à Incas e Quechuas (Quechua era o povo que servia os Incas, nobreza que habitava no período pré-colombiano no Peru).

 Fazer essa viagem me fez pensar bastante nos novos desafios que quero enfrentar e, de alguma forma, trazer as experiências vividas lá para algum evento aqui no Brasil. Em breve comento mais sobre algumas ideias que surgiram.

Abraços.

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Como se recuperar de uma fascite plantar.

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Um dos grandes problemas que nós corredores sofremos é de fascite plantar. Basicamente é uma inflamação na sola do pé. Há alguns meses comecei a trabalhar em um local novo e fui experimentando alguns modelos de tênis novos para esse trabalho. Com carga horária cheia, senti desconforto em um modelo de tênis, mas depois não senti mais dores.

Fui usando o tênis e coloquei uma palmilha a mais, mas de uma forma silenciosa fui comprometendo a lesão feita pelo próprio tênis. O arco central da sola estava elevado e a pressão exercida na sola do pé lesionou a região.

Mudei imediatamente de modelo, mas ainda sinto algumas dores meses depois do ocorrido. Esse tipo de lesão deve ser acompanhado semanalmente, fazendo a manutenção de calçados (trocando-os quase diariamente) e aplicação de gelo. Em alguns casos, devemos visitar o fisioterapeuta e usar métodos um pouco mais sofisticados, como a fita adesiva acima aplicada na sola do pé que permite a extensão dos músculos e tendões, originando assim uma aceleração na recuperação da lesão.

É importante saber a tensão exata para aplicar na lesão, sendo que as diferentes cores dos adesivos fisioterápicos tem uma tensão específica. Fisioterapeutas são os profissionais indicados para a aplicação do adesivo, uma vez que necessita da atenção de seguir as fibras musculares e não prejudir mais o local da lesão.

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Um exercício muito bom para fazer em casa é a extensão da fáscia como na imagem acima. Pegue um pedaço de pano e faça o movimento como demonstrado acima. Realizar movimentos no sentido inverso também ajuda na recuperação (pode ser feito “pisando” em uma bolinha de tênis fazendo movimentos suaves para frente e para trás).

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Estudo sobre a anatomia do tênis para workshop em Agosto.

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Um estudo que costumo fazer há anos é da anatomia do tênis de corrida. Muito vemos de propaganda nas lojas e revistas, mas pouco sabemos das camadas que um tênis de corrida tem.

Conforme na imagem acima mostrada, o tênis tem várias camadas que ajudam no conforto e protege o pé de entorses ou outras lesões.

Estou fazendo as ilustrações e slides do workshop. Em breve postarei aqui o resultado.

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Aplicativo Bilingual Physical Education – #BilingualPE

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Boa tarde à todos! O projeto que eu tinha em mente no decorrer dos anos de escola bilíngue saiu do papel e está tomando forma.

Resolvi fazer uma página na Facebook há uns 2 meses atrás sobre o assunto EF Bilíngue e trazer para os professores de EF de São Paulo e do Brasil um pouco da cultura esportiva de fora. Essa ideia foi bem vista por coordenadores e donos de escolas, então me deu mais força para seguir em frente e investir um pouco mais nesse ramo.

Fiz um APP privado para que nós professores possamos criar essa comunidade restrita de professores de EF em escolas bilíngues e compartilhar nossas experiências do dia-a-dia.

Acabei de criar um login via Facebook através do Developers e também um chat que você poderá conversar diretamente do APP, ou seja, você acessa o APP e clica no ícone “Chat”, a mensagem que você mandar via “Chat” será enviada para um aplicativo no meu celular como mensagens instantânea. Alí nos poderemos discutir sobre assuntos profissionais e deixar o WhatsApp apenas para assuntos pessoais.

Além do “Chat”, existe o mural para que possamos compartilhar uma mensagem publicamente todos os usuários do APP. Essas informações serão relevantes quando quisermos discutir sobre vagas de emprego nas escolas, workshops, cursos, entre outras tantas curiosidades.

Agora que estruturei o APP, vem a parte de alimentar o APP com o máximo de informações e tornar o conteúdo atraente para visitas diárias.

Um ponto importante, talvez o mais importante deles, é que o APP é restrito. Isso mesmo, há possibilidade de fazer o login com senha do Facebook ou fazer o login com um cadastro simples de email e nome de usuário, porém, o acesso ao APP necessita da minha aprovação. Isso nos protege de pessoas mal-intencionadas e protegendo o conteúdo que for colocado no APP. Vale lembrar que não colocarei nenhuma imagem ou vídeo de crianças das escolas onde trabalho, isso porque existe contrato de restrição de imagem, então farei o possível para reproduzir com ilustrações as atividades que faço e que dão certo.

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Esse é o ícone do APP

O link ficará anexado na página da Bilingual PE. Acesse e faça o download para usufruir.

Nos vemos em breve!

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#Skechers para Educação Física.

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Há alguns posts eu mostrei um exemplo de calçado não-adequado para as práticas esportivas na escola. Agora é hora de mostrar um ótimo exemplo para as aulas de Educação Física e demais atividades dentro da escola.

A Skechers é marca líder no seguimento calçados infantis no mundo, e suas pesquisas melhoram cada vez mais os produtos direcionados para as crianças.

Um aluno meu apareceu na escola com esse modelo, então tirei uma foto para apontar as características que chamam atenção no calçado.

Cabedal adequado (parte superior do calçado) com ótima ventilação dos pés. Ante-pé flexível possibilitando a livre movimentação de flexão e extensão dos pés. Cadarço de elástico com velcro. Autonomia para tirar e colocar o tênis sozinha, sem perder a firmeza do tênis nos pés.

Há o arco na sola que se encaixa na anatomia do pé da criança, causando maior conforto e firmeza nas passadas, evitando assim entorses de tornozelo.

Ainda há um reforço na parte do protetor de calcanhar e no contraforte, dando estabilidade para o tornozelo.

Ótima sugestão para as aulas de Educação Física e dia-a-dia na escola.

Saiba mais sobre o assunto na aba For Kids.

 

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O esportista minimalista.

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Essa semana eu assisti à um documentário no Netflix que me fez refletir muito sobre as coisas que temos (matéria) e qual a importância que damos a elas.

Contextualizando o assunto, vale lembrar que a minha mulher me chama de “outdoor person”. Ela aprendeu esse termo com uma professora de inglês e essa professora disse que pessoas que gostam de atividades ao ar livre, em demasia, são caracterizadas como “outdoor person” ou que são classificadas como “outdoor type”.

Ser classificado como “outdoor type” é saber conviver com momentos de desconforto. É se arriscar em provas que te desafiam fisicamente, e principalmente, mentalmente. Encarar um desafio na natureza é ter uma disciplina para treinar o corpo e a mente e passar “perrengue”.

Sendo uma pessoa do tipo “outdoor type” é saber escolher, de forma funcional, os materiais necessários para que possamos sobreviver em condições adversas. Aprendi com uma tutora de corrida de aventura que a estratégia de levar as ferramentas ideais e dosar as rações de comida é a chave para uma bem-sucedida aventura no “desconhecido” (Desconhecido esse que não pode ser tão desconhecido. É preciso saber navegar e lidar com os imprevistos).

A parte do minimalista entra quando o esportista compreende que volume atrapalha. O importante é qualidade, não quantidade. Encher uma mochila com vários itens será um peso a mais, quando na verdade pode-se retirar mais da metade do volume de uma mochila para enfrentar um desafio na natureza.

Sou do tipo que estou em transição na vida pessoal. Fui um cara consumista ao extremo e venho aprendendo ao longo dos anos que quantidade não é qualidade. O documentário mostra exatamente isso, mas não do âmbito esportivo. Mostra do âmbito casual, do dia-a-dia. Para que tantos sapatos se quando precisamos na verdade são dois ou três pares? Quinze jaquetas no armário para usar em um país tropical? Podemos tirar mais da metade deles, não?!

O documentário é bem específico em sua filosofia: “não somos hispters, somos minimalistas”. Compraremos sim um iPhone, porém, não trocaremos ele em menos de um ano só porque o mundo impõe isso à nós consumidores natos.

Viver no estilo de vida “outside” é entender na prática o que o documentário quer transmitir para a grande massa de consumistas. Não devemos levar o guarda roupas inteiro, mas temos que escolher o essencial dele para levar conosco fora de casa.

Em um dos relatos, uma minimalista fala: “tenho 5 vestidos e 2 calças, e gosto de todos eles. Essa é a qualidade de vida”. Enfrentar desafios na natureza nos desperta a importância de ter apenas o que realmente precisamos para viver. Esse foi o “link” que encontrei para mostrar que o esportista de aventura só necessita daquilo que ele vai usar em sua trajetória, e consequentemente, trará para o dia-a-dia.

Essa foto que eu peguei é a explicação básica do que é ser minimalista. Uma bike de expedição carregando utensílios funcionais para o dia-a-dia de um ciclista em aventura. Ser um aventureiro não é apenas pedalar, correr, suar, se machucar e ver as paisagens deslumbrantes que a natureza proporciona, mas também é saber administrar seus pertences e começar a dar o real valor que elas merecem.

Estou aprendendo com isso sendo um aventureiro.

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Haka Race – Etapa Ubatuba

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No dia 18/Mar aconteceu a etapa do Haka Race em Ubatuba/SP. Foi a primeira etapa do ano, e fui trabalhar no staff da prova. Pela primeira vez fiz parte da equipe organizadora do evento, então pude ver a prova da perspectiva de quem dá suporte aos atletas.

Foi uma experiência diferente, mas como atleta de corrida de aventura, não foi muito legal ver o pessoal correndo e eu ter que ficar parado vendo. Reconheço que fiquei um pouco frustrado por não poder fazer as estratégias de corrida, andar de bike nas trilhas e remar os caiaques. O esporte está na veia, então não fazê-lo é frustrante de fato.

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Da parte da montagem da prova não vi muita coisa diferente. Basicamente carregar muito peso para levantar barracas, pódio, caiaques, bikes, etc. O trabalho pesado que qualquer recreacionista já tenha feita na vida, algo que fiz bastante no início de carreira.

O legal de estar por dentro da organização foi ver a logística da equipe para fazer a prova dar certo. Acompanhei os contatos entre os postos de controle pelo walk-talk. Basicamente é uma prova em que muitas coisas acontecem ao mesmo tempo, então há vários postos de controle preparados para os imprevistos. Uma bela organização e gestão do Léo, dono da Haka Race.

A festa é completa quando chega o término da prova e entrega de medalhas. Dá para perceber que o Haka Race é um prova diferenciada, elitizada. Posso afirmar que o Haka é uma família para os atletas, mais do que é uma família entre os funcionários. Os atletas estão lá e se conhecem de longa data. Reconheci várias pessoas que corri junto e lá estavam em mais uma etapa. O mais legal da prova é que não é apreciada pela grande massa de atletas, mas por um grupo médio que é fiel aos desafios que o Haka proporciona.

Sou fã da prova e da gestão do Léo, mas percebi que o meu lugar é na trilha, pedalando, correndo e remando. Tô com o Haka, mas não como funcionário e sim como atleta.

Nos próximos estarei passando pelos postos de controle cumprimentando todos do staff e perguntando: “Qual é o próximo posto???” rs.

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Psicomotricidade – Unidade #Neurociências – #BilingualPhysicalEducation

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No curso de Pós-Graduação em Psicomotricidade (Unifai) há um módulo chamado Neurociências em que o conteúdo é focado na anatomia do cérebro e em suas funções.

Ao estudar sobre o assunto e precisar desenvolver um trabalho sobre o tema “Tônus Muscular e Educação Física Infantil”, aprendi que o cerebelo é responsável pela coordenação das atividades dos músculos esqueléticos.

Decidi compartilhar o assunto porque tenho refletido sobre o tema e gostaria de sugestões sobre o assunto com referências bibliográficas e artigos científicos.

Função (resumo da referência):

“…O cerebelo recebe impulsos sensitivos de articulações, músculos, tendões, olhos, órgãos de equilíbrio, sendo assim responsável pelos reflexos e pelos movimentos, atuando também no tônus muscular…”

Recentes pesquisas demonstraram que o cerebelo pode ter funções em diversas outras atividades, como memória de curta duração, emoções, atenção, controle de atos impulsivos, etc.

Fontes:
Spencer, Alexander P. Anatomia Humana básica. – São Paulo: Manole, 1991.
Gray´s Anatomy. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1979

Creio que começar a estudar sobre Neurociências me ajudará a entender diversas questões com as quais professores de Educação Física se deparam no dia-a-dia com crianças.

Veja esse e outros links na aba Educação Física Bilíngue.

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Haka Race 2017: 1ª Etapa – Ubatuba/SP (17/Mar).

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Semana passada fui convidado para participar de mais um Haka Race. Desta vez será em Ubatuba, litoral norte de São Paulo.

Como muitos sabem, sou aficionado por corrida de aventura, e participar desses eventos, seja como atleta ou como staff, sempre é um prazer imenso.

Chegaremos lá em Ubatuba na sexta-feira no final da tarde para preparar a recepção dos atletas. Entregaremos os números das equipes e esclareceremos dúvidas sobre a cidade e a prova do dia seguinte.

Vou levar comigo minhas câmeras para registrar todos os momentos dos participantes. Tenho certeza que em algum momento estarei sentindo vontade de subir na bike e pedalar por toda a prova, mas deixo para outras etapas que vierem nesse ano ou no ano que vem.

Mas que sempre estarei entre os guerreiros do Haka Race, isso é um fato!

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5 acessórios inovadores para bikes.

A tecnologia nas bikes evolue rápido, mas não tão rápido quanto a tecnologias dos acessórios que colocamos nas bikes.

A evolução do celular provocou a utilização de Apps para modernizar as bicicletas. Hoje em dia andamos com o GPS para guiar nossas pedaladas e as lâmpadas são de LED.

Com a ascensão da bike no mundo, as empresas se preocupam cada vez mais em modernizar a bicicleta e seus acessórios para ganhar novos adeptos.

Esses são cinco acessórios que farão você ter uma bike, caso ainda não tenha.