Haka Race 2015

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Ano novo, desafio novo. Esse é o meu lema a cada novo ano que chega. Ano passado o desafio era a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, esse ano de 2015 é o Haka Race. Para quem não conhece o Haka Race é um evento nacional (não sei ao certo se ao redor do mundo existe o Haka Race como nome), mas é a modalidade de corrida de aventura que vemos pelas redes sociais.

São 4 modalidades de esportes em uma só corrida: trekking, biking (mountain bike), canoagem e rapel. É um evento muito bem organizado por causa da diversidade de modalidades envolvidas, então tudo torna a corrida mais complexa levando em consideração que há “navegação” para orientação, por exemplo.

A primeira etapa do Haka Race 2015 começa em Socorro/SP. Fiz minha inscrição e achei bem salgado o preço, mas estou feliz porque já fazia parte dos planos para 2015. Investimento de R$ 195,00 só a inscrição, além claro de ter todo o equipamento necessário para realizar a prova. O principal é a bike, mas caso não tenha nenhum dos equipamentos você pode assim mesmo fazer porque a infraestrutura tem aluguel de todos os equipamentos – TODOS!

Farei a modalidade de equipe com 4 corredores, sendo 3 iniciantes e 1 tutor (especialista em corrida de aventura). São 35k divididos nas modalidades acima, mas ainda não pesquisei ao certo quais as quilometragem para cada modalidade.

A primeira etapa será no dia 07/Mar e ainda estamos fechando equipes caso se interesse em juntar-se à nós. Mande-me uma mensagem na página da ProRunning no Facebook que podemos organizar as equipes e inscrições.


Written by Felippe Maranhao

December 20th, 2014 at 1:36 pm

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Wheels of Power

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“Bicycles are experiencing a global renaissance. There are certaintly many reasons for this, most significantly the trend “eletronification”. This enhancement makes the bike an acceptable means of transportation for nearly everyone. A perfectly logical idea – or so you would think. And yet, many people in industrialized nations view the bicycles as a piece of sports equipment intended just for fitness freaks, and they overlook its great potential for “convenience”. In emerging economies, on the other hand, bicycles are considered the poor person’s means of transportation, only used by those who can’t afford a car.”

Esse é apenas um trecho da apresentação do livro pelo colaborador Hannes Neupert, aqui mencionado como o idealizador das pesquisas sobre o tema e responsável pelo livro. Escolhi justamente esse trecho porque deixa muito claro o que a bike representa para os países desenvolvidos e os países subdesenvolvidos/emergentes. Para os desenvolvidos a bike é apenas um equipamento destinado apenas para atividades esportivas com finalidade de ganho de condicionamento físico, e o mais legal é a expressão “fitness freaks”, ou seja, o bitolados por atividades esportivas de alta intensidade.

Nos países pobres porém a bicicleta já não é vista desta forma, mas sim como um meio de transporte de pessoas pobres com impossibilidade de comprar seu próprio carro. Simples assim!

Muito a se discutir sobre o tema abordado pelo autor.


Written by Felippe Maranhao

December 20th, 2014 at 12:01 pm

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Apresentando o “THE eBIKE BOOK”. O livro definitivo sobre bikes elétricas!

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Estive na última feira do livro da USP agora no começo de dezembro e em toda diversidade de livros e temas que as editoras disponibilizaram, pude encontrar essa raridade sobre bikes elétricas. Digo raridade não por ser um livro antigo, pelo contrário, é um livro publicado em 2014 mencionando os lançamentos de 2015. Mas raridade por ser um livro alemão traduzido apenas em inglês, ou seja, encontrá-lo por aqui no Brasil não é tarefa muito fácil, creio eu!

A história desse livro é bem engraçada e gostaria de compartilha-la com todos vocês esportistas e ciclistas. Sempre vou acompanhar minha noiva na feira do livro da USP (SP) mas raramente faço uma lista de livros que pretendo comprar (minha noiva leva listas de títulos e fui apenas para acompanhar mesmo, sem intuito de comprar nenhum específico).

Quando cheguei na feira e vi a dimensão, surgiu subitamente a vontade de comprar algo relacionado a bicicletas, então pensei em procurar um “Almanaque” ou uma “Enciclopédia” sobre bicicletas. Fui até uma das editoras e perguntei a uma das vendedoras:

- “Você tem algum Almanaque ou Enciclopédia sobre bikes?”

Ela fez “cara de conteúdo” e disse que não tinha nada sobre o título e pareceu ainda muito surpresa por ter perguntado sobre o tema. Desencanei e fui até outra editora, mas minha noiva ainda estava pesquisando naquela editora que perguntei e fiquei esperando-a pelos arredores. Voltei após uns 5 minutos e a mesma vendedora esqueceu da minha fisionomia, então ela não percebeu que eu era o mesmo cara que havia feito a pergunta minutos atrás. Fiquei surpreso porque enquanto foleava outros títulos me deparei com uma conversa entre essa vendedora e outra amiga dela:

- “Meu, você viu que povo sem noção que vem até a feira??? Um cara aparece do nada e me pede um livro sobre PEÇAS de bicicleta!!!”

A outra vendedora fez um diálogo rápido e a vendedora que me atendeu completou:

- “Cara, como tem gente que é sem cultura por aqui! O cara vem até uma feira de livros e pede um livro sobre PEÇAS de bike… sem noção!”

Rindo da minha cara na minha cara, não percebeu que era o mesmo cara e fiquei sem reação, mas fiquei bastante indignado com a atitude da vendedora. Fiquei incomodado com a atitude e não falei nada na hora porque não sou um cara de fazer barraco, mas não consegui deixar quieto essa história. O engraçado é que após o ocorrido eu encontrei essa ENCICLOPÉDIA (não PEÇAS e sim ENCICLOPÉDIA) alemã com tradução em inglês. Minha noiva não aguentou e foi até ela e a repreendeu-a mostrando o livro e apontando sua falha como grotesca tendo atitudes medíocres como a que teve.

Qualquer um pode ter uma linha de raciocínio até mesmo de achar que bike não é cultura, mas o importante é guardar para você mesmo o que pensa e se algum dia você pensar que esportes e bikes não são cultura, você não tem cultura!


Written by Felippe Maranhao

December 20th, 2014 at 11:24 am

#BikeParts: Suspensão #Rockshox com trava no guidão.

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Como tudo que fazemos na vida, sempre que vamos comprar algo novo procuramos um material de qualidade superior em relação ao anterior. Antes de começar a falar sobre o garfo em evidência, assim como faço uma série de textos contínuos, esse é mais um deles e denominei-o de #BikeParts.

Lendo muito sobre bikes no momento vejo que existe vários sites e textos sobre diversos componentes de bikes, assim como continuo lendo muito sobre materiais destinados à corrida de rua e em todo o âmbito dos esportes outside.

Para o primeiro post da série #BikeParts decidi mostrar minha própria bike e o garfo que tenho tanto orgulho de ter escolhido para ser o garfo da minha bike: Rockshox. Já tinha visto várias vezes em todas as bicicletarias por São Paulo, até que decidi colocar um na minha bike com trava no guidão. Enquanto estou andando de bike posso mudar de estado de suspensão para fixa ou não com apenas um botão ao lado da minha manopla, assim como fazemos habitualmente com os comandos das marchas.

É muito mais práticos e dinâmico ter uma suspensão com travas no guidão porque podemos mudar de terrenos repentinamente sem que haja a necessidade de parar e apertar o bloqueio de suspensão no garfo. Fiz um teste neste final de semana no parque Villa-Lobos quando mudei do asfalto para uma pequena pista de cross e fiz umas voltas na pista utilizando com eficácia a suspensão dianteira.

Quando for adquirir uma bike nova ou trocar suas suspensões não deixe de verificar o custo/benefício desta importante peça da bike e suas vantagens consideráveis.


Written by Felippe Maranhao

December 9th, 2014 at 11:01 pm

Apoio: O que levar de casa para os treinos.

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Em alguma fase da vida do esportista o apoio será fundamental para o bem-estar durante as sessões de treinamento. De acordo com a experiência adquirida ao longo dos anos de treinamentos de corrida e ciclismo, entre tantos outros esportes outside, a responsabilidade cresce paralelamente.

Durante anos trabalhando como treinador de corrida fui adquirindo materiais para suporte dos meus alunos. Pouco a pouco fui investindo um pouco mais na infra-estrutura dos meus serviços e comecei a usá-los para os meus próprios treinamentos. Fui ficando cada vez mais dependente da minha infra-estrutura montada em casa e a infra-estrutura móvel.

Como já pode ser visto nos parques de SP e do mundo todo, as assessorias esportivas montam suas tendas com uma infra-estrutura para que o aluno apenas se preocupe em deixar a chave do carro e os documentos no local e correr. Durante muitos anos dei esse suporte para os meus alunos mas, o grande problema para mim começou quando eu queria treinar e eu não tinha com quem contar para cuidar dos meus pertences e ter um ponto de referência para hidratação, por exemplo.

Foram muitas ideias até então como correr com cinto de hidratação e pochete para levar chaves e celular até chegar a camelbak, porém, ainda assim não é o suficiente. Do escritório onde posso realizar pesquisas e registrar treinos, assim como me manter conectado às redes sociais ao porão em casa onde montei minha oficina particular para manutenção das bikes, ainda é preciso o carro de apoio (aquele mesmo que vemos em provas de revezamentos em serras). O meu carro de apoio não fica na minha cola seguindo à 11km/h durante o percurso, mas sempre encontro um ponto estratégico para deixá-lo e fazer dele a minha referência para qualquer troca, reposição ou até mesmo emergência.

Me tornei ao longo dos anos um esportista que não gosta de frequentar os mesmos locais de treinamento por vários e vários dias, então montar um carro de apoio no porta-malas foi a solução. O meu maior exemplo e do qual tenho orgulho de mencionar foi a estratégia que montei na Meia Maratona do Rio desse ano. Fiz a prova sozinho, então eu era o atleta e o meu próprio treinador. Fui com o meu carro para o Rio de Janeiro e algumas horas antes da prova estacionei-o muito próximo da linha de chegada (Aterro do Flamengo). Lá eu tinha mudas de roupa e calçados, um cooler com Gatorade e Água assim como barras de cereais e frutas. Ao término da prova meu carro me esperava para eu poder me recuperar da prova e ter a possibilidade de locomoção para qualquer local sem a necessidade de pagamento de taxi. Ainda no carro deixo um kit de primeiros socorros (geralmente deixa para as pedaladas em trilhas com possibilidade de tombos e pequenos ferimentos).

Interessante mencionar que tenho um plano básico de celular para fazer ligações e encontrar os amigos pós-prova. Passei muito perrengue na época do pré-pago quando era estagiário de Educação Física.

Nas horas de lazer não é diferente. Quando levo as bikes para andar com minha noiva tenho sempre o carro como referência com todo o apoio mencionado acima, assim como as ferramentos para a manutenção das bikes e, das calhas que levam as bikes no carro também. É assim que um esportista sem ponto fixo deve se portar para que tenha o mesmo suporte que existe nas assessorias esportivas dos parques de sua cidade.

Carro de apoio para os treinos de corrida e ciclismo. Alimentação, hidratação, manutenção e até primeiro socorros.


Written by Felippe Maranhao

December 7th, 2014 at 11:23 pm

Faça seu próprio suporte técnico para os treinos mais longos de bike.

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A minha tão desejada férias está chegando e com ela minha vida esportiva vem junto! Trabalhar em ensino infantil no segundo semestre exige muito tempo, sendo assim minhas investidas não passaram do financeiro, porque treinar que é bom, nada!

Mas em menos de 15 dias tudo isso mudará! Já comprei a segunda bike para andar com a minha noiva nos parques nos finais de semana (mesmo não estando de férias) e durante 30 dias tentarei andar pelo menos 1 hora todos esses dias. Estive testando a GoPro no garfo da minha bike e o resultado foi essa foto acima aí, além de um vídeo que ficou bem legal, mas colocarei ele apenas no meu vídeo dos rolês de farei por aí.

De uma ideia simples de filmar em curtos “takes” e juntar tudo no final, surgiu a necessidade de ter uma pequena infra-estrutura para realizar esse feito amador. Pensei que tendo o mínimo de estrutura móvel (carro) e fixa (casa) eu poderia usufruir melhor do meu tempo hábil para andar de bike. Comecei comprando um pequeno estojo de ferramentas (como mostrei em foto do último post) e percebi que pequenos ajustes que eram feitos na bicicletaria demandavam um tempo considerável de rolês de bike, sem falar que toda a manutenção não feita por nós mesmos há custos, mesmo que sejam pequenos.

É bem simples: faça uma vez a manutenção básica de sua bike que entenderá que nem toda manutenção deverá ser feita na bicicletaria. Dá pra aprender o básico para ganhar tempo e continuar andando nas horas livres ao invés de deixar a bike na espera na bicicletaria. Quanto ao suporte móvel, assim como quando treinava forte para a Meia Maratona do Rio, fiz do porta malas do meu carro um mini estoque de ferramentas, mudas de roupas, tênis e sapatilha de ciclismo e comprei na Decathlon um cooler não tão grande quanto o que usava para trabalhar, mas um que caiba dois ou três Gatorades e algum lanche natural para comer depois das pedaladas. É bem mais prático levar nosso próprio fornecimento de ferramentas e alimentação para que não haja necessidade de levar cartão ou dinheiro para as pedaladas.

Por fim a grande ideia é a mesma do filme 127 Horas, que o cara vai com sua pick-up até um certo ponto e dela faz um mini posto de alimentação e manutenção. Pratica que devo considerar lógica para pedaladas de grandes distâncias como as que almejo.


Written by Felippe Maranhao

December 5th, 2014 at 11:02 pm

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Ferramentas e acessórios de bike.

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O capacete fica assim com a GoPro fixada no topo da “carcaça”. Tirando foto e filmando é possível ajustar se quero ou não que o capacete saia na filmagem, ou seja, fica bastante flexível para o tipo de filmagem desejada. Não balança muito, então se fixada bem com cordão que fica no queixo dá pra fazer trilhas acidentadas tranquilamente.

A Camelbak era um sonho de consumo antigo mas que só consegui realizar hoje. Outros investimentos anteriores retardaram essa aquisição, mas antes tarde do que nunca. Escolhi uma opção de 2l para pedalar e correr também. Alguns bolsos auxiliares para carregar documentos, ferramentas e até mesmo uma muda de roupa. Bastante espaçoso na minha opinião. Comprei na Decathlon (B-Twin).

Sensacional esse case de ferramentas também da B-Twin com chaves para trocas de câmara, ajustes de pedais, aros, e várias partes da bike. Muita utilidade e independência de bicicletarias para ajustes pequenos que exige gastos pequenos também, porém, se juntarmos cada centavo de gasto existirá um fatura grande no final do mês.

A chave de ajuste de raios (abaixo) é a minha ferramenta preferida do kit.


Written by Felippe Maranhao

November 29th, 2014 at 1:34 am

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Capacete Hardshell Pro-Tec para bike.

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Para os “rolês” de bike um pouco mais hard, os capacetes estilo “coquinho” estão cada vez mais utilizados pelos ciclistas urbanos. Para fazer Mountain Biking ainda a melhor opção são os capacetes com melhor ventilação e aerodinâmica, mas os amantes de esportes radicais acabam utilizando seus capacetes multi-esportes para andar de bike também. É o caso dos skatistas que aproveitam o acessório. Mas quem pensa que este capacete é apenas para skate ou patins está redondamente enganado, porque não podemos esquecer os praticantes de BMX (bicicleta menor que a MTB utilizada para manobras radicais).

Pesquisei durante meses qual o modelo compraria e escolhi o Pro-Tec por razões óbvias: conforto e segurança. Encontrei o modelo ideal para o tamanho da minha cabeça (57-58 cm). Esse é o modelo “Hardshell” 2-Stage. Ele é comercializado como tamanho “L” (Large) nos EUA, mas existem outros modelos da mesma marca que podem ser encontrados com tamanho superior à esse.

Um dos motivos que me fez adquirir um capacete “coquinho” foi poder colocar o suporte da GoPro (3M) na parte superior do capacete. Sendo assim poderei filmar minhas pedaladas pela cidade e pelas trilhas que estou programando para as minhas férias. Com uma superfícies mais ampla do que os capacetes de MTB (com menos pontos de ventilações), pude colar o suporte. Mas acho importante frisar que para ficar bem fixo em sua superfície utilize o suporte com formato côncavo. Veja na foto abaixo:

Assim as pontas do suporte ficaram perfeitamente encaixadas no capacete. Agora com o suporte fixo não há porque me preocupar com a câmera. Uma vez fixada, não cairá durante qualquer tipo de movimento ou trepidação, garantia que tenho de ter o mesmo no capô do meu carro e não ter tido nenhum problema em estradas e grandes velocidades.

Chegando as minhas férias em Dezembro poderei colocar em prática uma programação de “rolês” de bike pela cidade e até mesmo fora dela. Vou filmar em vários ângulos para fazer um vídeo amador e colocar no YouTube. Fiquei animado depois de assistir um documentário chamado “Life Cycles Film” que pode ser visualizado no Vimeo e YouTube. Para mim o melhor documentário de filmes radicais que já assisti até hoje, afirmando para mim mesmo minha preferência por bike entre tantos esportes radicais. Não deixe de dar uma olhada e afirmar para si mesmo!

Personalizando meu capacete.


Written by Felippe Maranhao

November 26th, 2014 at 11:05 pm

As 6 Maiores Maratonas do Mundo: #ChicagoMarathon

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Integrante da World Marathon Majors, a Maratona de Chicago ou Bank of America Chicago Marathon (patrocinador), é disputada desde 1977 com apenas uma interrupção em 1987 por falta de patrocinador. Alguns recordes mundiais já foram quebrados na maratona e na última edição cerca de 37.000 participantes (dos 40.000 inscritos) terminaram a prova.

Faz parte das 6 maiores maratonas do mundo e entre as 6, 3 são norte-americanas: Chicago, Nova Iorque e Boston. São 29 distritos que são percorridos nos 42k da maratona podendo assim ver os modernos aranhas-céu da cidade de Chicago, algo que têm sido muito atrativo para as pessoas que procuram minuciosamente provas em metrópoles com visual inspirador para aguentar a prova e terminá-la.

Um dos monumentos inspiradores da cidade é o The Bean, escultura em formato de feijão. Minha noiva esteve lá recentemente e disse que a escultura foi feita com a possibilidade de ver cada ponto da cidade de Chicago através de seu reflexo e que não há pontos de intersecção entre peças em toda a escultura, ou seja, como se ela não tivesse sido feita por partes, mas sim como um todo. Realmente é uma escultura linda em um local lindo! Não sei se o percurso da prova passa ao redor do The Bean ou pela Cloud Gate (outro ponto turístico), mas caso não passe perto a possibilidade de visitar tais locais pode ser feita antes ou depois da prova aproveitando assim o que a cidade tem a oferecer.

Vale a pena colocar na lista de provas que devemos fazer antes de morrer!


Written by Felippe Maranhao

November 16th, 2014 at 1:24 pm

Treinamentos de corrida em baixa e/ou alta altitude.

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É difícil falar sobre esse assunto sem mencionar o mínimo de informação científica. Vou tentar, mas tenho que falar que as adaptações ocorridas fisiologicamente são fundamentais para entender o “bem-estar” que sentimos quando vamos correr no litoral, por exemplo.

Correr no nível do mar é bastante confortável para quem mora subindo a serra. Não é apenas um dia milagroso de descanso e repouso total do seu corpo que ocasionou à uma performance invejável naquele treino ou competição, mas sim as elevações da Eritropoietina (EPO) que morar acima do nível do mar ocasiona em nosso organismo (quanto maior a altitude, maior os níveis da EPO). As elevações da EPO aumentam a massa das células vermelhas no sangue – otimizam o transporte de oxigênio para os tecidos do corpo.

Procurei estudos científicos para ler um pouco mais sobre essas adaptações que ocorrem em nosso organismo, mas a maioria dos estudos referem-se à altitudes muitos elevadas do nível do mar, como se fizéssemos uma relação Brasil-Bolívia (ou Peru). Ainda que não haja estudos científicos específicos na net sobre Rio-São Paulo ou Santos-São Paulo, é um fato que essas adaptações realmente ocorrem mesmo sendo em menor escala e talvez para alguns esportistas irrelevante.

Não no meu caso que corri diversas vezes no litoral e monitorei meus treinos e provas e constatei uma melhora significativa em todas elas. Para quem já fez corridas semelhantes em distância mas diferentes em níveis sabe do que estou falando e sabe do quão confortável é correr no nível do mar quando se faz a mesma intensidade com muitos mais metros acima.


Written by Felippe Maranhao

November 14th, 2014 at 3:26 pm

Como escolher a calha correta para levar sua bike no teto de seu carro.

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Eu tirei esta foto da calha recém-colocada no teto do meu carro. É um modelo da Eqmax muito visto nos carros pela cidade, senão o mais visto por ser o mais comprado. Preço acessível em relação aos outros (R$ 200,00 no MercadoLivre. Os demais custam mais de R$ 400,00).

Muito fácil de instalar, mas é necessário alguns cuidados básicos na compra do Rack antes de comprar a calha. Comprei um Rack diretamente de uma loja de som e acessórios, então desconheço a marca apesar de ser muito bom. Pedi que colocassem um Rack com o modelo mais rente ao teto, então esse foi o primeiro empecilho na hora da instalação da calha – quase não entra e quase amassei o teto na hora de parafusar. Então a recomendação de usar uma calha Eqmax em um Rack da mesma marca é real, assim como os demais fabricantes.

Após instalado veio o segundo empecilho: a minha bike é aro 29, então o garfo da calha que prende-se ao quadro da bike não chega, ou seja, a bike é maior que a calha na altura. A largura ficou perfeita, mas realmente fiquei frustado com isso porque só testei a bike após a aquisição da calha. Neste meu caso específico eu terei que retirar a roda da frente todas as vezes que quiser colocar a bike na calha. Não era a minha ideia, porque minha bike é freio à disco hidráulico, então ficar retirando a roda pode causar alguns desajustes caso eu não recoloque adequadamente. Não era a minha intenção ficar fazendo isso, mas é necessário caso queira transportar a bike em viagens ou semelhantes.

A minha dica então é procurar outras marcas com um garfo de calha maior que a Eqmax (caso tenha uma bike aro 29 como a minha) ou garfos com extensão para ajustar-se à bike. Vou procurar saber como as calhas da marca Thule se ajustam às bike e se vale a pena pagar a bagatela de R$ 800,00 por elas. Talvez se existe esse sistema nelas, vale a pena realmente pagar mais para ter menos dor de cabeça.


Written by Felippe Maranhao

October 16th, 2014 at 10:12 pm

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Folha.com: ‘A guerra das ciclovias’ – Nova Iorque / São Paulo.

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Na reportagem da Folha.com chamada “A guerra das ciclovias” de Marcos Augusto Gonçalves, há uma análise crítica do governo norte-americano do Prefeito Bloomberg sobre as investidas nas ciclovias e ‘plazas’ implementados a partir de 2001, quando foi eleito pela primeira vez na cidade de Nova Iorque.

Hoje é unânime que todo o nova-iorquino aprova as investidas do prefeito, porém, há muito assunto que deve ser discutido nas implementações aqui em São Paulo – que já gera muitas críticas pelo início das obras dos prometidos 450km de ciclovias na capital.

Leia atentamente essa reportagem e comece a formar sua opinião sobre as ciclovias na capital paulista:

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcosaugustogoncalves/2014/09/1516574-a-guerra-das-ciclovias.shtml


Written by Felippe Maranhao

September 29th, 2014 at 10:35 pm

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Pedal/Sapatilha para Mountain Bike.

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Enquanto montava a minha bike eu fui pensando em novas possibilidades que eu não havia utilizado ainda na MTB anterior. Umas das coisas que não tinha colocado na minha bike anterior era a sapatilha com pedal. O interessante disso tudo é que eu achei um meio termo para pedal tradicional e pedal com sapatilha. Escolhi um modelo de pedal da Wellgo que de um lado é clip e do outro é um pedal para se usar com tênis normal.

É bom para quem gosta de usar sapatilha nas pedaladas de longas distâncias e se caso queria dar uma volta rápida, como ir à padaria, é possível usar um tênis normal. Assim não há muito trabalho em usar a bike para diversas funcionalidades.

A marca da sapatilha que comprei é da Lake. Tradicional marca do seguimento e que pode-se investir nas sapatilhas sem medo.

Essa característica da minha nova bike é muito interessante mesmo e achei legal compartilhar essa informação caso esteja montando uma Mountain Bike nova.


Written by Felippe Maranhao

September 29th, 2014 at 9:55 pm

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Suporte para GoPro – Bike.

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Agora com bike nova a ideia é explorar ao máximo as fotos que vou tirar enquanto faço meus “rolês”. Com o ingresso nas corridas de aventura e a utilização de capacete para ciclismo, canoagem e rapel, fica muito mais fácil levar minha GoPro para tirar fotos e fazer vídeos de ação. Sempre tive o problema de levar a GoPro nas minhas corridas por não querer carregar muitas coisas e isso tornar um incômodo durante a corrida, mas com a obrigatoriedade da utilização de capacete e tendo a bike para colocar suporte, a história é outra.

Existe modelos de suporte como este na foto acima que é um grampo (como se fosse um pregador de roupas) e o meu suporte que é chamado de handlebar (para tubos | foto abaixo).

O suporte pode ser colocado em qualquer local da bike que tenha como base um formato tubular, portando, selim, guidom, garfo e quadro são os locais em que pode ser colocado o suporte (ou seja, a bike inteira!). Além do suporte pode ser colocado outros suportes acoplados que tenham uma flexibilidade tipo dobradiças, girando a câmera para a esquerda e direita, frente e trás. O controle remoto que vem no modelo Hero Black Edition pode ser ajustado ainda no guidom ao lado do freio ou câmbio com a fita de velcro que vem junto com seus acessórios de fábrica. Dessa forma a captura de imagem fica mais acessível com o controle na bike e não no bolso.

Ainda para usar a GoPro e aproveitando a obrigatoriedade do capacete, ao invés de utilizar capacetes tradicionais de mountain bike, há modelos da Kraft que são do tipo “coquinho”, mas para bike mesmo. Há menos pontos de ventilação, mas sua superfície é mais rígida sem perder muito a leveza de um capacete de bike. No caso de uma corrida de aventura como há mais esportes envolvidos, sua utilização é mais funcional não somente para ciclismo. Aproveitando esta oportunidade, podemos colocar um suporte para GoPro com base de fita 3M que vem no kit da câmera de fábrica e pode ser adquirido também separadamente por preço muito acessível.

Este é o capacete que eu estou pesquisando para comprar da marca Kraft. Há uma superfície com possibilidade de colar o suporte da GoPro e ainda fazer uma propaganda da ProRunning colando uns adesivos nas laterais do capacete. Fica legal para tirar fotos e filmar com a GoPro e também para sair nas fotos e fazer um merchandising básico.


Written by Felippe Maranhao

September 17th, 2014 at 10:38 pm

MTB #Orbea Satellite + Shimano XT.

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Demorou um pouco mais de 2 anos, mas essa será a minha nova bike na próxima semana. Escolhi uma Orbea Satellite 2013 (zero km) que já namorava há várias semanas, só não sabia se queria a azul com preta e cinza ou esta vermelha, preta e branca. Eu ando de bike desde que me conheço por gente e ser furtado há 2 anos atrás foi um baque. Eu não tinha pretensões de comprar uma bike nos próximos anos porque a que eu tinha, apesar de ser bem inferior à esta Orbea, era uma bike montada para durar a vida toda. Deve ter sido desmanchada já ou está enferrujada em algum fundo de quintal.

Na época em que fui furtado dentro do quintal de casa eu estava treinando forte corrida, natação e dava as minhas voltas de Mountain Bike pela cidade fazendo ciclo turismo (denominação para quem anda de bike sem cunho de treinamento), e andar de bike é algo que não podemos deixar de fazer na vida. Na época eu estava meio apertado de grana, então tornou-se um sonho um pouco distante de ter outra naquele momento.

Mas o tempo passa e está aí, a bike tá prontinha pra começar a dar várias voltas comigo. Tava brincando com a minha noiva dizendo: “…tenho muitos planos para nós dois – eu e a bike!…”

Sem brincadeira, é um sentimento que se renova. Ter a possibilidade de colocar um capacete e andar sem rumo pela cidade. Ir trabalhar de bike, andar nas ciclo faixas da cidade e até mesmo aprimorar o condicionamento físico em todo o contexto de andar de bike. Só que pra essa eu tenho planos mais ambiciosos, por isso escolhi exatamente este modelo. Ela irá para a estrada de terra nas corridas de aventura em 2015.

A Orbea é uma bike importada da Espanha, com câmbio Shimano XT (apta para competições – um nível abaixo do modelo XTR). Duas novidades da Orbea para a minha antiga GTK é o freio à disco que eu não tinha na antiga e o travamento da suspensão dianteira com acionamento no câmbio (do lado pra falar a verdade). Isso será fundamental para otimizar a performance quando o assunto for competição.

Agora começou aquela fase de pesquisar peças para colocar nela, assim como vestuário e acessórios. Semana que vem ela estará aqui em casa para eu fazer um “ensaio fotográfico” e postar as fotos dela aqui no post. Essa foto eu tirei dela ainda na parede da bicicletaria a 3 metros de altura pendurada à parede. Não vejo a hora de andar com ela!

Essa era a minha GTK que rodei muitos quilômetros com ela. Pouco mexi nela por ser uma bike com ótimos componentes. Câmbio Shimano Altus que em 3 anos andando com ela nunca tive que fazer nenhuma manutenção (lógico que sempre cuidei bem dela). Coloquei apenas as barras laterais do lado da manopla de ferro (agora colocarei de alumínio na Orbea), pedais tradicionais de plástico, velocímetro, bolsa para levar ferramentas e câmara de ar em baixo do banco, back light e front light e 2 suportes de garrafinha.

O que troquei nela quando a comprei foram os pneus de fábrica para pneus slick. Menos aderência no asfalto. Para a Orbea colocarei as barras laterais de alumínio, pneus para terra (sem ser slick), back e front light (obrigatórios), apenas um suporte de água porque começarei a utilizar camelbak (mochila de hidratação), sapatilhas com presilhas nos pedais e por fim, colocarei um alforge traseiro para pedaladas de longas distâncias (parte dos meus novos planos de utilização da bike: ir para outras cidades pedalando).

O que é um Alforge? Alforge de bike é o bagageiro que colocamos atrás e/ou na frente da bike. Ótimo acessório para longas pedaladas (acima de 40km). Ilustração retirada de um antigo post que fiz aqui no blog sobre bagageiros de bike.


Written by Felippe Maranhao

September 14th, 2014 at 1:47 pm

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